Data asiático

A data conhecida como Dia dos Solteiros na China quebrou qualquer recorde online. E para entender esse valor, confira nosso overview sobre o mercado online asiático. ☻ Updater: Julio Moraes

2020.11.17 22:01 wagbrenner A data conhecida como Dia dos Solteiros na China quebrou qualquer recorde online. E para entender esse valor, confira nosso overview sobre o mercado online asiático. ☻ Updater: Julio Moraes

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2020.06.21 23:16 jeduardooliveira Algumas curiosidades das eliminatórias das copas do mundo - Parte VII

Outras partes: Parte I Parte II Parte III Parte IV Parte V Parte VI
1966
- Dos 124 países filiados à FIFA, 74 se inscreveram até a data-limite (foram rejeitadas as inscrições de Guatemala, Congo e Filipinas por problemas nas inscrições);
- Haviam 14 vagas em disputa, pois o Brasil, como campeão, e a Inglaterra, como sede, já estavam garantidos. As vagas foram divididas assim: 9 para a UEFA (sendo disputadas por 32 seleções, incluindo Israel e Síria), 3 para a CONMEBOL (sendo disputadas por 9 seleções), 1 para a CONCACAF (disputada por 10 seleções) e 1 para a Ásia e a África (disputada por 21 seleções, incluindo a Austrália);
- Juntas, África e Ásia já possuíam o maior contingente de países filiados à FIFA – 57, quase a metade do total. Dos 29 novos países que haviam aderido à FIFA entre 1960 e 1963, 22 eram africanos ou asiáticos. 15 equipes africanas e a Síria desistiram em protesto pelo número de vagas para a África e Ásia. Mas, este não foi o único motivo: em abril de 1963, o Comitê Olímpico Internacional já havia excluído os sul-africanos dos Jogos Olímpicos e de todas as competições internacionais devido ao apartheid, isso não sensibilizou a FIFA, que rejeitou a expulsão da África do Sul, gerando muitos protestos. Somente após todas as seleções africanas desistirem (em outubro de 1964) é que, finalmente, a FIFA decidiu suspender a África do Sul (excluindo, assim, sua inscrição), a exclusão do quadro da FIFA só foi acontecer em 1976. João Havelange foi eleito presidente da FIFA em 1974, muito por conta da falta de tato político da FIFA, em se tratando de distribuição de vagas para os continentes e os imbróglios com questões políticas, era necessário um presidente não europeu;
- No fim, a Coréia do Sul também desistiu, pois não queria ir a Coréia do Norte. Isto justifica o fato de 74 seleções terem se inscrito, porém apenas 51 jogarem;
- No grupo 1 (UEFA), ficaram Bélgica, Bulgária e Israel. Em 1963, a Bélgica aplicou uma goleada, em casa, de 5x1 no Brasil (sem Pelé e com a equipe em renovação). Portanto, a Bélgica era franca favorita, porém acabou empatando em pontos com a Bulgária e isso levou a um jogo desempate. Esse empate em pontos só ocorreu porque a Bulgária venceu Israel, na última rodada, em Tel-a-Viv com um gol a 4 minutos do fim. Gol de Asparukhov. O jogo desempate ocorreria na Itália, em Florença, dia 29 de dezembro de 1965 e, com dois gols de Asparukhov, a Bulgária venceu por 2x1 e garantiu a última vaga da copa;
- Coincidências: a Bulgária garantiu a última vaga da copa, assim como em 1961, contra uma seleção favorita (em 61, foi a França) e em solo italiano (em 61, foi em Milão). Ambas foram em um dia frio de dezembro e os artilheiros da seleção de ambas as eliminatórias morreriam no mesmo acidente: Asparukhov e Nikola Kotkov, faleceriam num acidente de carro, em 30 de junho de 1971, quando eram companheiros de clube no Levski de Sófia. Mais de 550 mil pessoas compareceram no funeral de Asparukhov;
- O quarto jogo do grupo 2 seria decisivo. A Suécia jogava em casa contra a Alemanha e precisava vencer para empatar em pontos com os alemães, forçando o jogo desempate, já que o Chipre, o outro integrante do grupo seria o saco de pancadas. Foi nesse jogo que estreou Franz Beckenbauer, a Alemanha venceu por 2x1;
- No grupo 5 (UEFA), Holanda, Suíça e Irlanda do Norte fizeram jogos muito equilibrados. Na última rodada, aos 45 do segundo tempo, a Suíça fez o gol da vitória por 2x1 sobre a Holanda, chegando a 9 pontos. A Irlanda do Norte, de George Best, só precisa ganhar da Albânia, o jogo era em Tirana, mas a Albânia havia perdido TODOS os jogos do grupo até ali, e parecei que perderia esse também, até os 32 do segundo tempo, quando achou o gol de empate que acabou classificando os Suíços;
- 98 mil na Alemanha Oriental (Jogo aqui), 70 mil na Áustria e 73 mil na Hungria. Os jogos do grupo 6 da UEFA, foram quase todos com o estádio completamente lotado. Em Viena, no jogo Áustria x Hungria, um clássico já que ambos os países pertenceram a mesma nação, foram 70 mil no estádio e 20 mil fora querendo entrar, mesmo sem ingresso. A polícia austríaca teve problema para contornar;
- A Espanha ficaria no grupo da Irlanda e da Síria. A Síria desistiu e Espanha e Irlanda ganharam cada uma seu jogo em casa entre si. No jogo desempate, em Paris, aos 35 minutos do segundo tempo, José Armando Ufarte Ventoso fez o gol que levou a Espanha a copa. Ufarte nascera em 1941, em Pontevedra, na Espanha, mas sua família se mudara para o Rio de Janeiro quando ele tinha cinco anos. Com o apelido de “Espanhol” começou nas categorias de base do Flamengo em 1958, foi emprestado para o Corinthians, voltando em 1962 para o Flamengo, foi titular durante dois anos e campeão carioca de 1963. Em 1964, foi vendido ao Atlético de Madri, onde foi 3 vezes campeão espanhol. Pela seleção da Espanha, Ufarte atuou 16 vezes e marcou dois gols;
- Na América do Sul, foram 9 seleções divididas em 3 grupos de 3. O Uruguai e a Argentina se classificaram sem muitas dificuldades, enfrentando Peru e Paraguai, respectivamente, como maiores ameaças. Porém, no grupo de Chile, Equador e Colômbia a coisa foi mais complicada. Chile e Equador terminaram empatados em pontos e precisaram fazer um jogo desempate. O jogo foi em Lima e terminou 2x1 para os Chilenos. Assista aqui ;
- Pela CONCACAF, México e Costa Rica decidiram a vaga na cidade do México, quem vencesse estaria classificado, o empate geraria um jogo desempate. Aos 16 minutos do primeiro tempo, o México fez 1x0, e após provocações dos jogadores e torcedores que invadiram o campo, os costarriquenhos resolveram devolver na porrada. Pancadaria rolou por 17 minutos, quando o juiz expulsou um de cada lado, porém a torcida mexicana não concordou, achando que apenas o jogador da Costa Rica deveria ser expulso, começaram a arremessar tudo o que podiam no gramado. Só depois do juiz anular a expulsão do jogador mexicano Munguía é que o jogo pode continuar. Mas, no segundo tempo, ele acabou sendo expulso de qualquer jeito junto com mais dois jogadores da Costa Rica;
- Na Ásia, a Coréia do Norte venceu os dois jogos contra a Austrália. Vídeo Aqui;
Um pouco além das Eliminatórias:
- Um dos motivos encontrados para explicar o fracasso da seleção na copa de 66 foi “a absurda convocação de 45 jogadores”. Porém, em 1962, foram chamados 41 jogadores, ninguém reclamou. A grande diferença é que 1966, a desorganização permitia que dirigentes dos clubes pressionassem os cortes e a convocação. Além disso, em 1962, pelos menos 15 dos 22 jogadores todos sabiam que iriam para a copa de qualquer jeito;
- Se as nações africanas desistiram, e a copa não teve seleções africanas participantes entre 1934 e 1970, o continente não deixou de ser bem representado. Pela segunda vez um artilheiro de Copa do Mundo era nascido no continente africano. A primeira foi em 1958, com o marroquino Just Fontaine, que atuou pela Seleção da França. Eusébio, goleador do Mundial da Inglaterra, era natural de Moçambique;
- A derrota para a Hungria na segunda rodada da Copa do Mundo de 1966 quebrou uma série de 13 jogos invictos do Brasil (11 vitórias e 2 empates). Nunca uma seleção ficou tanto jogos sem perder na competição;
- Essa foi a primeira Copa que não teve jogos aos domingos. Por motivos religiosos, os esportes eram proibidos nesse dia nas Ilhas Britânicas. Os britânicos só teriam o domingo liberado para o futebol a partir de 1973. Até hoje permanece a maioria dos jogos da Premier League segue sendo no sábado;
Fontes:
A grande história dos mundiais 1962, 1966, 1970, do MAX GHERINGER (2018).
https://trivela.com.bcopa-copa-historia-completa-da-repescagem-intercontinental-nas-eliminatorias/
GEHRINGER, Max. Revista A Saga da Jules Rimet. A História das Copas de 1930 a 1970. Editora Abril, 2006.
https://www.fifa.com/worldcup/archive/england1966/
https://pt.wikipedia.org/wiki/Copa_do_Mundo_FIFA_de_1966
https://pt.wikipedia.org/wiki/Eliminat%C3%B3rias_da_Copa_do_Mundo_FIFA_de_1966
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2020.04.17 21:11 rioomer Coronavírus, o sucesso dos tigres asiáticos, China, OMS e o Ocidente.

O SUCESSO DOS TIGRES ASIÁTICOS E DA MONGÓLIA NO COMBATE AO COVID-19
Em 31 de dezembro de 2019, a Organização Mundial da Saúde (OMS) foi alertada sobre vários casos de pneumonia na cidade de Wuhan, província de Hubei, na República Popular da China. Desde então a organização veem fazendo esforços para um alinhamento global em resposta a pandemia.
Mas antes mesmo da OMS reconhecer o erro em declarar o cluster como de risco moderado, em 27 de janeiro, ou seja, 3 dias antes da organização declarar a situação como Emergência de Saúde Pública de Importância Internacional (ESPII), a Mongólia adotou o encerramento do deslocamento terra e ar com a China como medida de prevenção. Nesse mesmo dia Taiwan já estava a cruzar informações de duas bases de dados: o banco nacional de seguro de saúde que agrupa todas as interações dos pacientes com seu sistema de saúde e os dados de imigração, ação que permitiu o acompanhamento da evolução dos casos em tempo real 1 dia após essa decisão. A província separada da China também criou um formulário online para averiguar as ameaças e quem havia viajado nos últimos 14 dias para fora da área de risco, recebia um atestado de saúde para facilitar a volta ao país.
Outro caso de êxito é o da Singapura que foi um dos primeiros países a serem afetados pelo vírus e entre 5 de fevereiro de 2020 a 18 de fevereiro de 2020 foi o local com mais casos de Covid-19 fora da China e mesmo assim conseguiu se sobressair na crise do Coronavírus por conta das suas estratégias de identificar o maior número possível de casos usando métodos de detecção complementares, ampliar a capacidade de produção de testes em laboratórios e realizar a triagem de viajantes recebidos de Wuhan, que foi feita entre o dia 03 e 29 de janeiro de 2020.
Em Hong Kong, que tem divisa com a China as medidas também começaram a ser tomadas no dia 03 de janeiro de 2020. Seis das 14 entradas da China para Hong Kong foram fechadas, logo em seguida mais 5 também sofreram restrições e no início de fevereiro qualquer pessoa vinda da China tinha de ficar 14 dias em observação.
A Coréia do Sul também possui um número de casos e mortes relativamente baixo em comparação com as principais potências do mundo. Para o diplomata Chan Woo Kim, o sucesso se deve aos cidadãos que aderiram as medidas de higiene e distanciamento social. O que demonstra um nível cultural elevado em comparação a outros países.
EXPERIÊNCIA COM SARS
Não é fruto do acaso que os tigres asiáticos tenham sabido lidar com a pandemia do Covid-19. Em 2004, após a crise de Síndrome Aguda Respiratória Severa (SARS), o governo de Taiwan criou o National Health Command Center (NHCC), que é uma central de gerenciamento de crises formada por uma central de epidemias (CECC) forma por secretarias relacionadas a desastres biológicos e ações médicas em tempos de crise e atualmente tem tido um papel extremamente importante no gerenciamento da crise do Coronavírus. Um exemplo disso é uma lista de 124 ações produzida e implementada pelo CECC entre 20 de janeiro e 24 de fevereiro de 2020 contendo medidas como controle de fronteiras do ar e do mar, identificação de novos dados e tecnologia (Big Data), busca proativa de casos, localização de recursos e luta contra desinformação além de assistência a empresas.
Outra vítima bastante afetada pela crise do SARS em 2003, a Singapura também estabeleceu uma prontidão para incluindo planos baseados na avaliação de riscos, calibração das medidas de resposta e o Centro Nacional para Doenças Infecciosas (NCID), uma instalação de gerenciamento de doenças infecciosas construída para 330 funções clínicas, laboratoriais e epidemiológicas integradas.
No caso de Hong Kong para Nicholas Thomas, professor associado da Universidade da Cidade de Hong Kong, a experiência com SARS impactou a psicologia da cidade pois muitas pessoas já utilizavam máscaras e evitavam reuniões desde o início do surto.
E por fim a Coréia do Sul, que também enfrentou o SARS, também possui protocolos de prevenção e testagem bem definidos. O que dá uma vantagem no combate ao vírus e tem se mostrado efetivo nos casos dos países citados anteriormente.
USO DA TECNOLOGIA NO GERENCIAMENTO DA CRISE
O uso da tecnologia da informação no combate ao Coronavírus foi de extremo valor para a província de Taiwan que integrou sobre o seu sistema de saúde e imigração para análises gerando alertas em tempo real durante uma visita clínica com base no histórico de viagens e sintomas para ajudar na identificação do caso. Incluiu também a leitura do QR Code e relatórios on-line acerca do histórico de viagens e sintomas de saúde para classificar os riscos infecciosos dos viajantes com base na origem do voo e histórico de viagens nos últimos 14 dias.
CONCLUSÕES
O pioneirismo dos tigres asiáticos e da Mongólia está na sua antecipação a respeito da situação e deveria ter sido tomado de exemplo pelo ocidente desde o princípio da situação, afinal, são países próximos da China e com certeza possuem mais noção acerca da situação do que qualquer país ocidental, como é o caso da Mongólia que está geograficamente localizada acima do território Chinês, Hong Kong que é um território autônomo da China, Taiwan que está localizada a 180km ao leste dos chineses. Além de todos eles terem passado por surtos de SARS.
O fato é que enquanto os tigres asiáticos se antecipavam da situação, o Ocidente subestimava e não acreditava que o vírus chinês chegaria ao seu território. No Brasil o ministério da saúde informou por exemplo de que o carnaval não deveria ter sido cancelado por não haver comprovação de que o vírus circulava dentro do território, como se naquela época não existisse evidências suficientes para uma tomada de decisão preventiva. Trump também foi outro a subestimar a chegada do vírus no seu território. No dia 31/01 a porta voz da OMS disse numa entrevista em Genebra que a Organização Mundial da Saúde não recomenda restrições de viagens e comércio pois seria improdutivo e que incentivaria as viagens ilegais. A Itália em 25/02 insistiu em manter as fronteiras abertas e hoje paga o preço por isso.
Fato interessante é que tinha veículo da mídia dizendo que Taiwan sofria com proibição de voos e desinformação acerca do vírus chinês por estar fora da OMS. O tempo mostrou justamente o contrário: não se pode depender de órgãos internacionais formadores de consenso. Se realmente a OMS e o Ocidente estivessem preocupados com as vidas, recomendariam desde o princípio, lá em Janeiro, que medidas de prevenção fossem tomadas, o que evitaria não só o colapso no sistema de saúde mas também a recessão econômica que está por vir.
Fontes:
Saiba como Taiwan conseguiu parar o coronavírus usando a tecnologia: https://canaltech.com.bsaude/saiba-como-taiwan-conseguiu-parar-o-coronavirus-usando-tecnologia-161834/
Itália e países vizinhos manterão fronteiras abertas: https://agenciabrasil.ebc.com.binternacional/noticia/2020-02/coronavirus-italia-e-paises-vizinhos-manterao-fronteiras-abertas
Coronavirus na Mongólia: https://www.amicusmongolia.com/coronavirus-mongolia-update.html?fbclid=IwAR069gfixc2yEtZLaNo-2pKSZfHS77nLgFAuV9pt8qomnA_kQWU_Ui3gzsg
Fora da OMS, Taiwan enfrenta proibição de voos e desatualização sobre vírus: https://noticias.uol.com.bultimas-noticias/reuters/2020/02/03/fora-da-oms-taiwan-enfrenta-proibicao-de-voos-e-desatualizacao-sobre-virus.htm
OMS considera improdutivo fechar fronteiras contra o coronavírus: https://noticias.uol.com.bultimas-noticias/afp/2020/01/31/oms-considera-improdutivo-fechar-fronteiras-pelo-coronavirus.htm
Estratégia da Mongólia para combater o coronavírus: https://thediplomat.com/2020/03/mongolias-small-country-strategy-for-containing-covid-19/?fbclid=IwAR1XBaMbwPmAHm0xWozA-5x5TA-L7ZRpOLfFlDuh7OefcdDXIeC0CdY9uQ8
Response to COVID-19 in Taiwan. Big Data Analytics, New Technology, and Proactive Testing: https://booksc.xyz/book/81200281/0e3083
Interrupting transmission of COVID-19: lessons from containment efforts in Singapore: https://academic.oup.com/jtm/article/doi/10.1093/jtm/taaa039/5804843

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2020.03.21 02:01 lucascamara14 Durante a quarentena eu criei uma teoria da conspiração

Olá, /brasil. Essa é a minha primeira postagem e decidi postar para dar umas boas risadas. Fiz essa teoria da conspiração sobre o surgimento do Coronavírus vinculado ao nosso presidente do Brasil. Apesar de ter me baseado em reportagens reais que falam sobre situações reais, a ideia fundamental da teoria é apenas para diversão e não condiz com nada sobre a realidade. Tudo aqui é inventado e em nada quero imputar coisas ao presidente.
Se gostarem, peço dicas para futuras criações de teorias da conspiração, sugestões e críticas sobre o texto.
Caso a moderação ache que não deva devido a sensibilidade do momento, eu apagarei a postagem com todo o prazer. Espero que se divirtam.
" ⚠ A ORIGEM EXPLICADA DO CORONAVÍRUS ⚠
Muitos de nós devem estar se perguntando: De onde surgiu o Coronavírus? Várias pessoas dirão que veio do morcego comido nos mercados imundos da China ou de uma possível mutação do vírus. Mas a verdade escondida, e que será revelada agora, é apenas uma: O presidente Bolsonaro é a fonte original do Coronavírus.
Posso parecer louco de início e serei hostilizado por isso, mas irei apresentar informações que, a primeira vista, parecem coincidências, mas um olhar mais atento logo levanta suspeitas. Jair Bolsonaro visitou a China no dia 25 de outubro em visita oficial ao presidente Xi Jinping. Ao mesmo tempo, os Jogos Mundiais Militares, ocorrido em 2019, aconteceram também na China. E saiu há poucos dias uma suspeita do governo chinês de que os EUA teriam inserido o vírus durante os jogos militares.
❗A verdade é que os chineses acertaram a resposta mas miraram na fonte errada.❗
Não é uma mera coincidência que os chineses acusam os americanos de contaminarem a China justamente no mesmo período da visita brasileira ao país asiático.
Fui atentado para esta teoria, que também me pareceu maluca no começo, quando eu vi a declaração de um senador dos EUA pelo Partido Republicano de que Wuhan é a única região na China que possui um laboratório de biossegurança com acesso a grandes doenças contagiosas, inclusive o coronavírus. Ora, qual seria o melhor lugar para iniciar uma contaminação sem chamar a atenção de agentes chineses para um contágio feito por estrangeiros?
Mas ainda assim não estava convencido. Até ver a coluna traduzida para o inglês de um jornalista húngaro chamado Zoltán Kertész escrita para o jornal Vészkijárat em janeiro de 2020. Daí eu comecei a pensar melhor sobre como a questão do coronavírus estava muito mal contada.
⚠PROVAS:
Em março de 2020, ocorreu uma viagem de Bolsonaro aos EUA para se encontrar com o presidente Trump em Mar-a-lago, na Flórida. Vejam bem: Esta foi a quarta visita de Jair Bolsonaro aos EUA sem que ninguém saiba os reais motivos de tais visitas. Nesta última houve uma contaminação em massa de toda a comitiva brasileira que acompanhou o presidente. Já são mais de 18 casos confirmados no momento que eu escrevo isso.
E como se explica o presidente ser o único que teve resultados negativos para o Coronavírus? É porque ele já estava acertado sobre contaminação desde maio de 2019. Como assim, vocês me perguntam? Simples. Em maio de 2019, o presidente Bolsonaro viajou aos EUA para se encontrar com empresários locais - cujos lucros são afetados pela produção chinesa - em meio a polêmicas de sua visita ao país. A homenagem que recebeu nesta data nada mais era do que uma distração do seu real intuito: Acertar os detalhes da contaminação do coronavírus que Bolsonaro levaria para a China e infectaria o povo chinês.
Em setembro de 2019, médicos brasileiros internaram o presidente para uma cirurgia de hérnia. Ou pelo menos é o que eles afirmaram perante a imprensa. A real verdade é que os médicos estavam tratando Jair Bolsonaro dos efeitos colaterais da contaminação. Por isso que a fala do presidente na Assembleia Geral da ONU foi confusa, com muitas pausas. O presidente estava com falta de ar mas era obrigatório não demonstrar estar contaminado. Parece loucura? Então, o que explica uma nova internação de Bolsonaro em dezembro de 2019? Nada mais do que novos tratamentos para os efeitos colaterais do vírus. Percebam que, desta vez, a internação foi bem mais rápida pois os médicos já sabiam os como combater o coronavírus.
Tudo bate: As datas de viagem para a China e para os EUA; Os encontros e as distrações; A falta de coordenação linguística na Assembleia da ONU; As constantes idas ao hospital para "tratar efeitos colaterais de cirurgias". Tudo faz sentido.
E agora chega a cereja do bolo: A fala do presidente Bolsonaro no dia 16/03/2020.
Bolsonaro afirmou que "não dá para querer jogar nas minhas costas uma possível disseminação do vírus". Vejam só esta estratégia de confundir o público: Ele afirma que não pode ser responsável pela contaminação e disseminação justamente por saber que ELE É O PACIENTE ZERO da contaminação mundial, mas ao falar isso não jogaria para si mesmo a dúvida sobre o surgimento da pandemia.
E o que falar da manifestação de seu filho, Eduardo Bolsonaro, onde culpabiliza a China pela doença e o Ministério das Relações Exteriores chinês revidar excessivamente à manifestação de Eduardo? Os chineses SABEM que Bolsonaro é o paciente zero mas não podem responsabilizá-lo publicamente. Quando o embaixador chinês Yang Wanming fala pro deputado pedir desculpas ao povo chinês, não é por causa da acusação feita, mas justamente pelo fato de Jair Bolsonaro ser o vetor inicial de contaminação mundial do Coronavírus.
Apresentei aqui diversas provas do surgimento do Coronavírus, mas teve um fator final para que eu me manifestasse: Quando o homem haitiano falou que o presidente estava espalhando o vírus e matando a população brasileira que eu decidi expor a verdade pois entendi que não era algo da minha cabeça e sim uma verdade absoluta.
Sei que muitos não irão acreditar por acharem bobagem, coincidências demais ou simplesmente por uma crença política, mas é o meu dever como cidadão de bem e patriota que sou defender o Brasil e os brasileiros. Se eu sumir, saibam que foi por conta desta revelação."
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2019.06.13 12:29 kong-dao La mentira del reciclaje plástico

El plástico, material extremadamente difícil de degradar, tóxico, nocivo para la flora, fauna y humanos. En muchas ciudades del mundo hay cestos para separar los productos reciclables como el papel/cartón, vidrios y plásticos. Una vez que los ciudadanos cumplen con obediencia los "consejos" del gobierno (o debería decir las imposiciones?) separando los materiales ¿qué tan seguro estamos de que una vez llevada la basura en el camino se recicla?
En el siguiente link se podrán ver las compañías del todo el mundo que hacen reciclajes plásticos, ordenados por país, tipo de plástico que recicla y cantidad soportada (la mayoría está en blanco)

¿Cómo es el proceso de reciclaje plástico?
Debido a los diferentes pesos moleculares de sus largas cadenas de polímero, los plásticos poseen una baja entropía de mezclado. Por lo que cuando diferentes tipos de plástico se mezclan, tienden a separarse en capas por fases, como el aceite y el agua, de tal forma que los tipos de plásticos tienen que ser idénticos para mezclarse eficientemente. Las interfaces entre fases causan puntos estructurales débiles en el material que se obtiene, por lo que las mezclas de distintos polímeros poseen muy pocos usos. Otro problema al reciclar el plástico es el uso de tintes, rellenos y demás aditivos que están en los plásticos, son generalmente muy difíciles de eliminar sin dañar al plástico. Una última barrera es que muchos de los pequeños artículos de plástico comunes no están catalogados como tal, lo que dificulta su reciclado. Aquí dejo un interesante informe que se ha llevado a cabo en España (2016) También hay videos que explican de forma "superficial" el proceso.

¿Todos los países tienen plantas de reciclaje plástico?
La respuesta es NO ,incluso aquellos países que tienen plantas de reciclaje, una vez troceado, los ponen en contenedores de carga, los suben a un barco y los venden a Asia por Millones de dólares. Lamentablemente no hay muchas plantas de reciclaje estatales, por lo que el dinero siempre se mueve dentro de sectores privados, es decir, entre compañías, haciendo así de la basura un negocio altamente lucrativo.
Además de que el dinero siempre fluye dentro de aquellas entidades, el plástico, desde que se comenzó a utilizar de forma masificada en los mercados, solamente es reciclado menos del 10% a nivel mundial.
Según censos hechos por Earth Day y World Atlas son al menos 20 los países que hacen una mala administración de los plásticos, terminando en océanos o vertederos. ¿Se puede culpar a esos 20 países por comprar los residuos del mundo? No lo creo. Los responsables son las empresas que producen el plástico, haciendo que los países asiáticos tengan que reciclarlo para usarlos en materiales que luego exportarán, como carcasas de laptops, móviles, juguetes, ropa, etc, (ej. lo que diga made in China/Bangladesh/etc) El problema reside en que se produce más plástico del que se consume o del que se pueda legar a re-utilizar, pero para entender esto veamos un poco la historia del comercio plástico:
2009: Según New York Times Europa ya exportaba ilegalmente 7 toneladas de basura a países asiáticos y sudamericanos, con origen en uno de los puertos más grandes de Europa: Rotterdam
2010 : un periodista de Bloomber Shangai visitó Wen (China) para mostrar los efectos de la polución plástica en la región causando enfermedades sanguíneas, pulmonares y demás en la población. El costo estimado en exportación de plástico con origen en Estados Unidos, según Forbies, era de $940 Millones de dólares
2011: China importaba o compraba los desechos plásticos de Norte América que según The Guardian y otras ONG estaban valuados en $11.3 Billones de dólares anuales, que según New York Post, fueron $39 Billones a empresas privadas americanas.
2012: Según la Agencia Europea Medioambiental (EEA) en 2012, Europa no contaba con las infraestructuras suficientes para reciclar la basura que estaba produciendo por lo que tenía que enviar contenedores con más de 75 toneladas de basura (como hizo desde 2009) a países fuera de la región, situación que es avalada con documentos oficiales de la Comunidad Europea.
2013 China propuso "Operación Cerca Verde" (Operation Green Fence) una política para prohibir la importación de plásticos post-consumo sin lavar y otros contaminantes, aludiendo a los países exportadores de basura a que reciclen el material en sus propias regiones, reduciendo la importación a 8/9 toneladas con respecto a los años anteriores, y, que según Journal Science dió paso a países como Indonesia, Filipinas, Vietnam, Sri Lanka, Tailandia, Malaysia y Bangladesh, entre otros, a sumarse al negocio de comprar basura.
2015: China declaró que recibía de Europa casi 50 Millones de toneladas basura y 1.4 Millones de toneladas de EEUU
2016: China se convierte en el "basurero del mundo" recibiendo más de la mitad de todos los desechos plásticos, metálicos y de papel, invirtiendo $18 Billones de dólares en importaciones y que según informes de Huffington Post, $5.2 Billones eran de Estados Unidos. The Guardian por su parte informa que se vendieron más de 480 Billones de botellas plásticas de agua en todo el mundo, estimando que podría subir a 600 Billones para el 2021. Las estadísticas indican que solamente el 7% de las botellas usadas en bebidas han sido recicladas en nuevas botellas durante aquel año, desechando 13 Millones de toneladas al océano. En Inglaterra se estima que 38.5 Millones de botellas plásticas son usadas por día y 16 Millones de esas botellas van a parar al océano o vertederos tóxicos. Por otro lado, científicos de la Universidad Ghent en Bélgica, calcularon que las personas que consumen alimentos marinos, ingieren 11 Mil pequeños pedazos de plástico por año, una cantidad lo suficiente significativa para producir enfermedades genéticas y hereditarias.
2017: China implementa el nuevo proyecto "Operación Espada Nacional" (National Sword) prohibiendo la compra de productos reciclables, una política extensible hasta el 2020. Esta situación puso contra la pared a las empresas que más plástico producen, forzando a los gobiernos (protectores de aquellas compañías) a crear plantas de reciclajes locales o buscar nuevos compradores, situación que, según Wall Street Journal, llevó a un desplome de los valores de mercado en un 3% Para finales del 2017 se exportaban 7.3 Millones de toneladas por metro cuadrado, fecha en la que el 87% del plástico de Europa era enviado directamente a Hong Kong. El periódico The Economist resalta que la mayor exportación de desechos plásticos es de productos domésticos, como botellas de agua, lejía para vajilla, y lo que se pueda adquirir en un supermercado. The Guardian también publicó un detallado informe indicando que solamente el 14% del plástico mundial era reciclado; y al mismo tiempo National Geographic realizó otro informe indicando que el 91% no es reciclado. Un excelente informe de Huffington Post detalla cómo Canadá vende el 83% de su basura plástica a empresas privadas norteamericanas para enviarlas dentro de contenedores a las islas Filipinas. Según el periódico DW, Alemania, en 2017, estaba exportando el 95% de su basura plástica a India, Malasia e Indonesia. El periódico El Espectador, comenta que en este año el valor alcanzado en la exportación de basura mundial llegó a los $86 Millones de dólares. Acorde al portal científico The Conversation, muchos de los países que importaban sus desechos a China se saltaban directamente el proceso de tratamiento de residuos y reciclaje (por la facilidad de sacarla de sus países) España tampoco está exenta de las atrocidades, exportando en 2017, 115 toneladas de plástico, valuado en $35 Millones de euros
2018: NAT GEO redobla la apuesta tras otra investigación diciendo que menos del 5% es reciclado a nivel mundial. Sin embargo otras estadísticas señalan que es menos del 1%. Las cifras van en picada y el consumo de plástico en alza. El mismo año China avisa al mundo que dejará de comprar plásticos y otras 24 categorías de desechos incluyendo materiales textiles y papeles, situación que generó malestar en los países exportadores de basura, por ejemplo, Irlanda que envía el 95% de su basura plástica a China; otro informe de New York Times comenta que países como UK, Nueva Escocia envían el 80% de los productos reciclables a China, Science Advance realizó una detallada y minuciosa investigación que explica cómo China, desde 1993 a 2016, se encargo de convertirse en el "basural del mundo", explicando la cantidad de dinero ganado por tonelada de residuos plásticos, los países que importaban los mismos, rutas marítimas y muchos más, un informe que vale la pena leer. La BBC comenta que el Buró Internacional de Reciclaje (BIR), con sede en Bruselas, que representa a la industria global de reciclado, afirma que ya se están buscando nuevos mercados potenciales para estos materiales, que podrían incluir a Tailandia, Vietnam, Camboya, Malasia, India y Pakistán. La "solución" para Europa sigue estando en mandar sus porquerías lejos del territorio. La nueva medida de China forzó a países como España y México a reducir la exportación de plásticos en un 50%, sin embargo, el primer país, durante el primer cuarto de año re-destinó 1.100 tonleadas sus residuos a Tailandia, Vietnam y Camboya, haciendo caso a las normas del BIR. Tras las nuevas normativas de China, Malasia tomo la posta y pasó a ser líder del mercado inviertiendo $5 Billones de dólares en la compra de basura de forma ilegal, y, $116 Millones de forma legal. Reportes de Business Insider informan que tras las medidas de China, se bajó un 4% la exportación de plástico a nivel mundial (buena noticia) aunque no es lo suficiente para terminar con los altos niveles de toxicidad que producen las plantas de reciclaje, después de todo, el plástico, es un gran negocio.
2019: El presidente de Filipinas envía 106 contenedores con basura plástica originado en Canadá de vuelta al país emisor siguiendo el plan de China con respecto a la desintoxicación medioambiental desatando una batalla legal contra el presidente Trudeau

¿Cuáles son las empresa que más plástico producen?
Según Independent es que la empresa Coca-Cola produce 100 Billones de botellas de plástico cada año. Otras fuentes como ZME Sience dicen que Coca-Cola produce 110 Billones.
Acorde a Forbies y Huffington Post Coca-Cola produce 3 Millones de toneladas en plástico; Nestlé 1.7 Millones de toneladas; y, Unilever 610 Mil toneladas.
Según la CBC las empresas que producen más plástico son: Coca-Cola, Nestlé, Danone, Johnson and Johnson, H&M, Kellogg, L'Oreal, PepsiCo y Walmart.

Hay un dato extremadamente irónico en todo esto, en 2019, fueron 30 las empresas que crearon la Alianza para terminar con los Desechos Plásticos (The Alliance to End Plastic Waste) y que según las fuentes: Plastic Technology, Fast Company esas empresas son, al mismo tiempo, las mayores productoras de plástico.

¿Qué se puede hacer para reducir el consumo de plástico?

Estadísticas de la polución producida por el plástico:
Our World in data
Collective Responsibility
Statista
Statista 2
Naciones Unidas
Video: Océano Plátsico (Naciones Unidas) 2017

Documentales (inglés)
Exposing Australia recycling lies
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2019.03.21 12:19 NoMeVoyMeQuedo La influencia de los chinos

Durante los últimos años, el impacto del factor China en la ecuación española no sólo se ha traducido en la fiebre inversora del Gigante Asiático –particularmente en Madrid, Cataluña y Galicia-, sino también en otras evidencias que confirman nuestros temores. Entre ellas, la reciente censura de una actividad académica sobre Taiwán en la Universidad de Salamanca, la suspensión de una rueda de prensa en Sevilla ante una pregunta incómoda para el embajador chino, o el seminario que ha antecedido a la actual visita del presidente Xi. Basta conocer su temática y saber que al evento han sido invitadas 200 figuras políticas y económicas –entre ellas Javier Solana, prologuista de los sucesivos informes de ESADE sobre la inversión china en España-, para ver justificadas nuestras sospechas. Éstas se intensifican al leer que los medios pro-régimen 'Xinhua' y 'Global Times' han valorado positivamente la iniciativa. Es cada vez más patente que detrás de las inversiones del Gigante Oriental se encuentra mucho más que intereses económicos. China trata de ganar apoyo para la agenda política y las ambiciones materiales del régimen y del partido que lo controla, obteniendo acceso a instituciones educativas, medios de información y recursos estratégicos a través de la cooptación de las élites en los países sobre los que ejerce influencia. El pasado mes de mayo, los servicios canadienses de inteligencia y seguridad publicaban al respecto un elocuente informe. Bajo el lema 'Repensar la seguridad: China y la era de la rivalidad estratégica', se denuncia la creciente opacidad de la potencia oriental, sus ambiciones extrarregionales a través de la nueva Ruta de la Seda, el diseño de una nueva arquitectura financiera global favorable a sus intereses y el despliegue de un sofisticado instrumental tecnológico destinado a la ciberguerra y el control de los big data. Además se analizan las injerencias de China sobre los sistemas democráticos, profundizando en el ya mencionado caso de Nueva Zelanda, donde Pekín ha llevado a cabo una agresiva estrategia dirigida a influir en la toma de decisiones políticas, lograr ventajas comerciales y empresariales de modo ilícito, suprimir las críticas, facilitar el espionaje y ejercer poder sobre los migrantes de origen chino. “Los esfuerzos de China menoscaban la integridad del sistema político neozelandés, amenazan su soberanía nacional y afectan directamente a los derechos de su ciudadanía en materia de libertad de expresión, asociación y religión” –advierten los autores del documento.
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2018.04.10 06:52 MexWevC All-American paradox: U.S. has long struggled with love-hate relationship with immigrants /Paradoja de todos los estadounidenses: Estados Unidos ha luchado durante mucho tiempo con la relación de amor-odio con los inmigrantes

PRIMERA ERA, 1840 a 1880
Los inmigrantes pobres y no calificados del norte de Europa y Asia llegaron a los Estados Unidos a mediados del siglo XIX. La mayoría de los inmigrantes europeos eran alemanes e irlandeses, y según la ley se los consideraba "blancos libres" capaces de obtener la ciudadanía.
La ciudadanía no era una opción para el creciente número de inmigrantes chinos y asiáticos que se establecían en la costa oeste. Estos inmigrantes eran blancos constantes de abuso y se suponía que las mujeres chinas eran prostitutas.
La creciente animadversión contra los asiáticos en todo el país condujo a leyes discriminatorias que permanecerían en los libros durante décadas. Leyes aprobadas durante esta era
1870: Ley de Naturalización
Permitió que los inmigrantes africanos y los afrodescendientes se convirtieran en ciudadanos estadounidenses. Otros no blancos siguieron sin poder obtener la ciudadanía.
1875: Ley de Exclusión Asiática
Estableció una regulación federal de inmigración.
Prohibido traer asiáticos a los EE. UU. Sin su consentimiento y abastecer a los asiáticos para el trabajo.
1882: Ley de Exclusión China
La primera ley para limitar la inmigración basada en una etnia específica.
Los "trabajadores calificados y no calificados y los chinos empleados en la minería" no podrán venir a Estados Unidos durante 10 años. Los tribunales estatales y federales prohibidos no otorgaron la ciudadanía a los inmigrantes chinos (esos tribunales tenían tanto poder en ese momento). El acto se extendió repetidamente a lo largo de las décadas, pero fue derogado en 1943 durante la Segunda Guerra Mundial para mantener una alianza militar con China. SEGUNDA ERA, 1890S A 1920S
Durante la próxima ola de inmigración, las leyes continuaron apuntando a los asiáticos, pero también trataron de desalentar la inmigración del sur y el este de Europa.
Los pobres, los enfermos y aquellos que defienden ciertas creencias políticas no podían ingresar bajo otras leyes nuevas. Las leyes que desalentaban la inmigración del sur de Europa, principalmente de Italia, reflejaban un sentimiento anticatólico generalizado. Leyes aprobadas durante esta era
1891: Ley de Inmigración
Estableció una Oficina de Inmigración federal y permitió la deportación ilegal de inmigrantes en el país o la exclusión de leyes anteriores.
También se prohíbe llevar personas a los EE. UU. Ilegalmente y prohibir una amplia variedad de personas, incluidos los polígamos, mendigos, "idiotas" y "personas que padecen una enfermedad contagiosa repugnante o peligrosa".
1892: Ley de Geary
Extendió la Ley de Exclusión de China por 10 años más.
Personas requeridas de ascendencia china, ya sean inmigrantes o nacidas en los Estados Unidos, para obtener documentos de identidad y portarlos en todo momento o enfrentar una prisión o deportación.
1921: Ley de cuotas de emergencia
Creó las primeras cuotas numéricas para la inmigración basadas en la nacionalidad para desalentar la inmigración desde el este y el sur de Europa, cuya gente era ampliamente considerada antiamericana debido a sus afiliaciones políticas y religiosas.
1924: Ley Johnson-Reed
Estableció un sistema de cuotas basado en el país de origen. Los inmigrantes del norte de Europa tenían más posibilidades de que se les permitiera quedarse que cualquier otro grupo, y los inmigrantes japoneses estaban prohibidos.
Inmigración anual limitada a 165,000, escalando casquetes anteriores. ERA ACTUAL, 1960S A PRESENTE
El sistema de inmigración vigente hoy comenzó a tomar forma con la Ley Hart-Celler de 1965, que eliminó el sistema de cuotas basado en el origen nacional.
Como reflejo de las condiciones globales más amplias, las leyes posteriores abordaron a los refugiados, la seguridad fronteriza o la inmigración ilegal. Las acciones ejecutivas del presidente Barack Obama provocaron elogios y críticas. Leyes aprobadas durante esta era
1965: Ley de Inmigración y Nacionalidad (Ley Hart-Celler)
Cambió drásticamente la política de inmigración al eliminar el sistema de cuotas basado en el origen nacional. La ley hizo hincapié en la admisión de trabajadores calificados y la reunificación familiar. No hubo límites en el número de familiares inmediatos de ciudadanos estadounidenses admitidos por año.
1986: Ley de Reforma y Control de la Inmigración (Ley Simpson-Mazzoli)
Una de las leyes de inmigración más radicales en la historia de los Estados Unidos, que permite la residencia permanente de los trabajadores que han vivido ilegalmente en los EE. UU. Desde 1982 o han trabajado en determinados trabajos agrícolas. La ley otorgó a casi 3 millones de personas un estatus legal, denunciado por muchos como "amnistía".
Pidió una aplicación más estricta de la frontera y sanciones a los empleadores que contratan ilegalmente a personas en el país (los críticos dicen que a las sanciones les faltaron los dientes y se aplicaron de manera desigual). Niños protegidos de aquellos legalizados por el acto de deportación. Creó una visa para trabajadores agrícolas temporeros y temporales, y el techo de inmigración anual aumentó a 540,000.
2002: Ley de Seguridad Nacional
Creó el Departamento de Seguridad Nacional después de los ataques terroristas del 11 de septiembre de 2001.
Creó un sistema electrónico de datos para mantener información sobre la admisión de inmigrantes y sobre posibles motivos de expulsión del país.
2012: Acción diferida para llegadas infantiles (DACA)
Una acción ejecutiva, no una ley, que protegió a más de 752,000 jóvenes adultos de la deportación.
Concedieron permisos de trabajo por dos años a ciertas personas de entre 15 y 30 años que fueron traídas ilegalmente a Estados Unidos cuando eran niños.
2014: Acción diferida para padres de estadounidenses y residentes permanentes legales (DAPA)
Una acción ejecutiva, no una ley, que buscaba eliminar la amenaza de deportación para más de 4 millones de padres inmigrantes de ciudadanos estadounidenses o residentes permanentes legales.
La implementación de DACA fue inicialmente bloqueada por un juez federal. En junio, la administración Trump anunció que estaba terminando el programa.
INMIGRACIÓN EN LA ERA DEL TRUMP
El presidente Trump, quien tomó medidas drásticas contra la inmigración ilegal como una pieza central de su campaña, ha incrementado los esfuerzos de deportación y continúa pidiendo un muro en la frontera entre Estados Unidos y México.
2 de agosto: Proyecto de Ley de Reforma de la Inmigración Americana para un Empleo Fuerte (RAISE)
Trump respaldó esta medida que, en una desviación de la Ley Hart-Celler de 1965, crearía un sistema de inmigración basado en el mérito y las habilidades en lugar de las conexiones familiares. Se estima que la medida reduciría la inmigración legal a la mitad.
https://www.denverpost.com/2017/08/18/us-struggle-love-hate-relationship-with-immigrants/
FIRST ERA, 1840s TO 1880s
Poor and unskilled immigrants from Northern Europe and Asia poured into the United States in the mid-1800s. Most of the European immigrants were German and Irish, and under the law they were considered “free white persons” able to achieve citizenship.
Citizenship wasn’t an option for the growing numbers of Chinese and Asian immigrants settling on the West Coast. These immigrants were constant targets of abuse, and Chinese women were largely assumed to be prostitutes.
The growing animus against Asians across the country led to discriminatory laws that would remain on the books for decades. Laws passed during this era
1870: Naturalization Act
Allowed African immigrants and those of African descent to become U.S. citizens. Other nonwhites remained unable to obtain citizenship.
1875: Asian Exclusion Act
Established federal regulation of immigration.
Prohibited bringing Asians into the U.S. without their consent and supplying Asians for labor.
1882: Chinese Exclusion Act
The first law to limit immigration based on a specific ethnicity.
Prohibited “skilled and unskilled laborers and Chinese employed in mining” from coming to the U.S. for 10 years. Prohibited state and federal courts from granting citizenship to Chinese immigrants (those courts had such power at the time). The act was extended repeatedly over the decades but repealed in 1943 during World War II to maintain a military alliance with China. SECOND ERA, 1890S TO 1920S
During the next wave of immigration, laws continued to target Asians, but also tried to discourage immigration from Southern and Eastern Europe.
The poor, the sick and those espousing certain political beliefs were barred from entry under other new laws. Laws discouraging immigration from Southern Europe — mainly from Italy — reflected widespread anti-Catholic sentiment. Laws passed during this era
1891: Immigration Act
Established a federal Bureau of Immigration and allowed deportation of immigrants in the country illegally or excluded by previous laws.
Also prohibited bringing people to the U.S. unlawfully and banned a wide variety of individuals, including polygamists, paupers, “idiots” and “persons suffering from a loathsome or a dangerous contagious disease.”
1892: Geary Act
Extended the Chinese Exclusion Act for 10 more years.
Required people of Chinese ancestry, whether immigrants or U.S.-born, to obtain identification papers and carry them at all times or face prison or deportation.
1921: Emergency Quota Act
Created the first numerical quotas for immigration based on nationality to discourage immigration from Eastern and Southern Europe, whose people were widely considered un-American because of their political and religious affiliations.
1924: Johnson-Reed Act
Established a quota system based on country of origin. Northern European immigrants had better chances at being allowed to stay than any other groups, and Japanese immigrants were prohibited.
Limited annual immigration to 165,000, scaling back earlier caps. CURRENT ERA, 1960S TO PRESENT
The immigration system in place today began to take shape with the 1965 Hart-Celler Act, which eliminated the quota system based on national origin.
Reflecting larger, global conditions, later laws addressed refugees, border security or illegal immigration. Executive actions by President Barack Obama prompted praise and criticism. Laws passed during this era
1965: Immigration and Nationality Act (Hart-Celler Act)
Dramatically changed immigration policy by eliminating the quota system based on national origin. The law placed an emphasis on admitting skilled workers and family reunification. There were no limits on the number of immediate family members of U.S. citizens admitted per year.
1986: Immigration Reform and Control Act (Simpson-Mazzoli Act)
One of the most sweeping immigration laws in U.S. history, allowing permanent residency for workers who had lived in the U.S. illegally since 1982 or worked in certain agricultural jobs. The law gave almost 3 million people legal status, denounced by many as “amnesty.”
Called for stricter border enforcement and sanctions on employers hiring people in the country illegally (critics say the sanctions lacked teeth and have been applied unevenly). Protected children of those legalized by the act from deportation. Created a visa for temporary, seasonal agricultural workers, and the annual immigration ceiling rose to 540,000.
2002: Homeland Security Act
Created the Department of Homeland Security following the Sept. 11, 2001, terrorist attacks.
Created an electronic data system to maintain information on the admission of immigrants and on possible grounds for removal from the country.
2012: Deferred Action for Childhood Arrivals (DACA)
An executive action, not a law, that shielded more than 752,000 young adults from deportation.
Granted two-year work permits to certain people ages 15 to 30 who were brought to the U.S. illegally as children.
2014: Deferred Action for Parents of Americans and Lawful Permanent Residents (DAPA)
An executive action, not a law, that sought to remove the threat of deportation for more than 4 million immigrant parents of U.S. citizens or lawful permanent residents.
Implementation of DAPA was initially blocked by a federal judge. In June the Trump administration announced it was ending the program.
IMMIGRATION IN THE TRUMP ERA
President Trump, who made cracking down on illegal immigration a centerpiece of his campaign, has stepped up deportation efforts and continues to call for a wall on the U.S.-Mexico border.
Aug. 2: Reforming American Immigration for Strong Employment (RAISE) bill
Trump endorsed this measure that, in a departure from the 1965 Hart-Celler Act, would create an immigration system based on merit and skills instead of family connections. It’s estimated the measure would cut legal immigration by half.
submitted by MexWevC to Mexico_News [link] [comments]


2018.02.24 05:31 AntonioMachado [2002] Gianfranco Biondi e Olga Rickards - The Scientific Fallacy of the Human Biological Concept of Race

Texto aqui. Pontos a reter:
Questões:
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2016.08.16 21:16 lulydelmar1 ¿Está la CIA detrás de Pokémon Go? Las conexiones financieras y operativas con la central de inteligencia norteamericana así lo sugieren.

Recientemente el presidente Nicolás Maduro había hecho un comentario con relación a Pokémon Go que causó risa a la derecha no sólo venezolana sino global, debido a la referencia violenta con que la juventud asume las nuevas realidades virtuales. "Es la cultura de muerte que impone el capitalismo", dijo. La ignorancia supina de la "sociedad civil" alega que es ridículo achacarle los males de este planeta a las corporaciones, bancos e industrias militares que forjan todos los días nuevas maneras para complementar la propaganda con la explotación generalizada, el aumento de plusvalía ideológica por otros modos.
Ante las especies como la declaración del presidente Maduro, la derecha globalizada las califica como "teorías de la conspiración": precisamente una de las políticas intelectuales y de propaganda de la CIA contra todo aquello que represente, en el pensamiento, el análisis y la teoría clasista, una afrenta a la ideología del capital.
Vivimos en un mundo de zombis en el que todo lo que venden las marcas es recibido por los grandes consumidores de tecnología con una bienvenida incuestionable. La fotografía de Pepe Escobar abajo expuesta (tailandeses en busca de pokemones en una plaza en medio de la noche, pegados a las pantallas de sus teléfonos celulares) es una postal de la guerra 2.0 contra la población.
¿Quién es John Hanke?
Habíamos afirmado que ciertamente la CIA habría financiado la famosa aplicación. Los siguientes datos que provee el investigador Steven McMillan en su artículo (en inglés) "Pokémon Go, la CIA, 'Totalitarismo' y el futuro de la vigilancia" en torno al creador de la app así lo demuestran:
La empresa que creó Pokémon Go se llama Niantic, Inc., una compañía de San Francisco (California) creada en 2010 como tentáculo subsidiario de Google. El fundador y actual director ejecutivo de Niantic es John Hanke. Este personaje, antes de mudarse a California trabajó para el Departamento de Estado gringo en Myanmar, país asiático fronterizo con China. John Hanke asimismo fundó en 2001 una compañía llamada Keyhole, Inc. que se especializó en el desarrollo de aplicaciones con visualizaciones de data geoespacial, que en 2004 sería adquirida por Google y que evolucionó en lo que hoy conocemos como Google Maps y Google Earth. Pero en el año 2003 la firma de riesgo de la CIA, In-Q-Tel, invirtió en Keyhole, la compañía de Hanke. En su propia página web la CIA se jacta del hecho. Otra organización con la que trabajó la CIA para el desarrollo de esta tecnología especializada fue la Agencia Nacional de Inteligencia Geoespacial (NGA, por sus siglas en inglés), que en parte está controlada por el Departamento de Defensa estadounidense. Así que, como escribe McMillan, un enigmático y ex empleado del Departamento de Estado con conexiones directas con la CIA y el Departamento de Defensa gringo es el director ejecutivo de una compañía que creó lo que parece ser un estúpido e inofensivo juego. ¿Pero por qué?
La información es poder
Como toda nueva inventiva en nuestra era de las tecnologías, Pokémon Go recoge constantemente información otorgada por sus usuarios y la compañía que creó el juego dice abiertamente que esa data será compartida con el quiera obtenerla.
Otro buen artículo en torno al tema titulado "La app de la CIA 'Pokémon Go' está haciendo lo que no puede la Ley Patriota" de James Corbett aclara que la política de privacidad de la aplicación dicta que toda la información que Niantic agrupe (la cual es bastante) será compartida con organizaciones públicas y privadas, y opina con fuelle que los usuarios cooperan con el gobierno estadounidense y con leyes coactivas auspicidas por el Estado o corporaciones privadas que impusieron la Ley Patriota de 2001. "Divulgamos cualquier tipo de información (y la de nuestros hijos) en nuestra posesión o control al gobierno o a los oficiales que imponen las leyes o a partidos privados mientras nosotros, bajo nuestra discreción, lo creemos necesario y hasta apropiado".
Corbett asimismo detalla cómo el juego requiere del usuario para entregar "excesiva información" a Niantic, es decir a la CIA y al Departamento de Defensa estadounidense, incluyendo el acceso de usuario a las cuentas personales de Google y la cámara del dispositivo celular.
No resulta extraño, entonces, que las compañías que producen tecnología de punta para el uso cotidiano de la población sirvan a las centrales de inteligencia y de ofensa del Imperio para el recogimiento de data. Investigaciones han demostrado que la misma megacompañía Google, una de las más opulentas, con activos en Wall Street y de rápido crecimiento financiero, y por tanto una de las más divulgadas con sus productos como el servidor de búsqueda que lleva el nombre de la corporación y el correo electrónico -además de redes sociales desplegadas y el sistema operativo Android-, es una creación de la CIA. En este caso, todos los caminos llevan a la guerra 2.0 y no tan 2.0.
No hace falta ser Edward Snowden para entender esta realidad, que tiene poco de virtual y mucho con el poder real de banqueros y megaempresarios: la información es poder y no está en venta, más bien es otorgada sin alcabalas a las centrales de inteligencia que pretenden balcanizar el mundo con la guerra y el caos como método.
Por cierto, Pokemón Go Venezuela es tendencia en Twitter en estos momentos. Ahora que este ¿juego? se expande por Latinoamérica, en vísperas de las Olimpíadas, se pone de manifiesto que el aparataje de inteligencia e informático de Estados Unidos va a toda velocidad en sus propios modelos de expansión y de ocupación, específicamente en una región donde todavía no termina de replicarse el caos controlado y la política de terror mediático que hoy embarga a Europa y Medio Oriente.
http://misionverdad.com/trama-global/esta-la-cia-detras-de-pokemon-go
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