Primeira idade beijo 13

Nossa, meu primeiro beijo foi horrível! haha Não aguentava mais esperar, tinha 13 anos, todas as minhas amigas já beijavam menos eu, daí fiquei com um garoto do meu curso de inglês no prédio de uma amiga minha... nossa, não sabia o que fazer com a língua, fiquei toda babada, ele também, foi péssimo hahahahahahaha mas não grila não, se não for bom, pelo menos será mais uma ... 'Foi com o meu primeiro namorado', acrescenta a atriz. Lívia Inhudes acrescentou ao lembrar o primeiro beijo com o primeiro namorado, aos 13 anos: 'Foi a primeira vez que eu fui ao cinema com uma ... Primeiro beijo na TV: Atrizes contam que perderam 'BV' no trabalho ... “Eu perdi meu BV com 12 anos de idade. Estava fazendo um teste para a TV. ... 'A primeira vez que beijei foi na TV em ... Lívia Inhudes acrescentou ao lembrar o primeiro beijo com o primeiro namorado, aos 13 anos: 'Foi a primeira vez que eu fui ao cinema com uma pessoa que eu... Publicado em 13/01/20 11:50 Atualizado em 13/01/20 11:54 Tweetar Grávida de quatro mesas, Giovanna revelou que beijou pela primeira vez aos 13 anos Foto: Reprodução/Youtube A filha de Xuxa contou que a mãe sempre apoiou seus namoros (Reprodução/ Instagram) Depois que sua mãe, Xuxa Meneghel, contou ao apresentador Matheus Mazzafera que beijou pela primeira vez aos 11 anos, foi a vez de Sasha Meneghel participar do programa do YouTube “Hotel Mazzafera”, e contar sobre o seu primeiro beijo.“Acho que eu tinha 13 anos. Faça o primeiro beijo durar. Não é necessário fazer nada mirabolante na primeira vez. Sua meta é fazer com que ele queira beijá-la novamente. Dê apenas o suficiente para chamar a atenção dele sem entediá-lo. Tente manter o primeiro beijo em menos de 20 segundos. Respire normalmente pelo nariz. Famosidades, Atualizado: 13/4/2010 7:50Dia do Beijo: Famosos relembram suas primeiras experiências amorosasImagem: DivulgaçãoPor NINA RAMOSRIO DE JANEIRO - Aquele frio na barriga, a vontade misturada com a vergonha, o medo de dar errado, o medo de dar certo, a curiosidade. As sensações do primeiro beijo são praticamente as mesmas para a maioria das pessoas. É um… Como Dar seu Primeiro Beijo. Quando se gosta de alguém que parece retribuir a afeição, é normal ter dúvidas a respeito de qual seria o melhor momento para o primeiro beijo. A ideia de beijar pela primeira vez é tão empolgante quanto... Selena Gomez beijou pela primeira vez aos 12 anos, em um teste para a série 'Zack e Cody', da Disney. Seu primeiro beijo foi com o ator Dylan Sprouse

Como Perder o Interesse em 5 minutos!

2020.07.28 16:48 Pedramorim Como Perder o Interesse em 5 minutos!

Olá Luba, editores, gatas, papelões falecidos e turma que está a ver. Bom, hoje vim contar uma história de como foi quando eu quase tive meu primeiro beijo.
Eu sempre fui uma pessoa bem difícil, fui criado com um ideal de que beijo é algo especial, e que não pode ser com qualquer um, e por isso já recusei alguns pelos pedidos virem de pessoas que eu não queria, e era muito raro eu querer alguem que me queira também, enfim, teve esse menino que vamos chamar de Carls por motivos óbvios. A prima dele é minha amiga e a gente estuda na mesma sala, então um dia que eu estava com fogo naquele lugar, pedi pra ela me apresentar pra algum amigo dela, e ela lembrou rapidamente do Carls, e chegando em casa nesse dia, ela passou meu telefone pra ele, a gente conversou por mais ou menos uma semana, e inicialmente eu tinha gostado dele, então eu já fiquei ansioso. Na semana seguinte, fui ao cinema com um grupo de amigas, e elas começaram a me incentivar a ligar pra ele pra ele ir também, mas no final ele acabou não indo, e o pior é que ele disse que ia, mas faltando 10 minutos pra gente ir embora, foi só aí que ele disse que não iria mais. O trouxa aqui, ignorou como se nada tivesse acontecido, e no dia seguinte, fui em um açaí com esse mesmo grupo, e convidamos ele de novo, e foi a mesma coisa, ele disse que ia e só foi responder que não iria mais, pouco antes de termos que ir embora.
Lembrete no meio da historinha: na época ele tinha 13 anos e eu 15, e ele parecia ter bem menos idade que 13, já que mais pra frente vai dar pra ver o porquê.
Vamos avançar duas semanas. Ele me chamou pra ir na casa de um amigo pra gente finalmente ficar, já que não é muito confortável e confiável dois macho ficando em qualquer lugar, a gente foi e ficou lá boa parte da tarde jogando RPG (inclusive foi a minha primeira vez e eu adorei). Chegando mais ou menos no final da tarde, a gente conversou de ir pra uma "casinha da bagunça" que tinha no fundo da casa desse menino, e chegando lá eu pensei em tudo que conheci dele pessoalmente naquele dia, tudo isso em segundos. Pra você ter uma noção, no mesmo dia ele ofendeu várias pessoas que ele não gostava usando a aparência delas, além de ficar perguntando pra um outro menino que estava lá também (o qual ele já tinha feito seixo) quando eles fariam de novo NA MINHA FRENTE. Enfim, quando entramos na casinha, nos abraçamos, e pouco antes de começarmos eu o afastei e inventei um milhão de desculpas pra não ficar com ele, tipo falar que eu não estava pronto ou qualquer outra coisa, aí começou o diálogo:
Carls: Vamos ficar aqui por uns 10 minutos, se a gente voltar lá sem ter feito nada eles vão encher o nosso saco.
Eu: E você vai mentir que a gente se beijou pra eles?
Carls: É o que eu pretendo.
Nesse momento eu só soube agradecer pela luz que veio em mim pra não ficar com ele, eu nem ligava se ele ia mentir, mas pelo menos eu poderia desmentir depois. No final deu tudo "certo" até ele me chamar um mês depois. Mas eu vou contar em outro post...
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2020.07.23 15:19 lucasx2 Me ajuda aí Bixo

Então eu estou passando pela maior fase de transição da minha vida parece que tudo que demora pra obter resultados está acontecendo nesse momento e eu estou quase surtando: olá meu nome e Lucas e eu estou no início da minha adolescência (descubrir que não posso fala minha idade se eu for de meno Mais tenho entre 12 e 14 anos se é que você me entende) bom eu estou passando por um momento complicado e muito demora primeiro que eu estou deixando meu cabelo cresce vai demora no mínimo uns 3 anos pra fica do tamanho que eu quero mais isso não é problema e estou mudando muito cara as vezes isso me assusta estou crescendo 10 centímetros por hora minha voz muda a cada minuto e tudo me deixa extremamente "duro" e isso é uma merda eu estou no processo de dar meio primeiro beijo isso pode demora até um mês pra acontecer pq infelizmente depende só de mim e da garota =/ é estamos passando pela a pandemia que está deixando a vida de todo mundo uma merda tbm é a a coisa que mais me deixa sem sono de noite! No final do próximo mês eu vou me mudar pela primeira vez e não é apenas pra uma casa aqui perdo eu vou me mudar pra Juazeiro do Norte uma cidade que fica a mais de 10 horas de viajem e até mês passado eu nunca tinha ouvido falar vou der que deixa meus amigos minha família os lugares que eu mais amo e tudo que eu me acostumei a ver nesses últimos 13 anos... Eu ainda sou uma criança é tudo isso veio de uma vez e está mudando completamente minha vida,se você está lendo até aqui obrigado
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2020.07.09 07:24 luis_henrique27 Se vc continuar falando comigo, sua vida será DESTRUIDA se vc continuar usando o MEU DINHEIRO como desculpa!!!

Olá Luba, editores, gatas, papelões, possível convidado e Turma q está a ver. Primeira vez aqui, mimimiiii... NINGUÉM SE IMPORTA COM ESSA PORRA! Precisará de um vídeo inteiro só pra essa história. Eu tenho 13 anos e eu sou bi🌈. Sou gaúcho, tenta fazer uma voz de macho hétero de 13 yrs de idade com o sotaque gaúcho se quiser, pfvr NUNCA TE PEDI NADA. É fake. Eu inventei ela INTEIRA em literalmente em quase 2 FUCKING MINUTOS. Que imaginação fertil é essa a minha hein! Mas detalhes eu demorarei bastante para terminar! Os nomes são fakes e só o meu obviamente é real. Já consigo te ouvir dissendo: -QUE HISTÓRIA GIGANTESCA, VÉI!
 Parte 1 
Tudo começou no famigerado ano passado de 2019, quando eu conheci na minha escola um guri novo na Turma (do 6°ano {1°ano dos anos finais do fundamental} para ser mais exato), o nome dele é Vitor José. No entanto, dps de uns dias, nós dois viramos melhores A amigos e desde então, começamos a fazer praticamente TUDO juntos [aí aí, se eu soubesse o q tava por vir, bah né?]. Compartilhamos todos os nossos sentimentos, nossos ódios de tais alunos da nossa sala q viviam nos provocando e tals. No primeiro dia de aula, numa Segunda-feira em Janeiro (agr no 7°ano de manhã em 2020), ele começou a me pedir dinheiro, pois ele me disse q a sua família estáva ficando desprovida de money. {1ª tradução: comecei a usar a uma plataforma chamada Binomo para conseguir ganhar dinheiro, não só pra eu comprar coisas q de fato eu vou precisar usar, mas tbm pra dar para pessoas q precisam por conta da situação de Caronavírus. Eu guardei um pouco do dinheiro q eu ganhei na Binomo pra isso.} Por conta disso, eu aceitei de boa na lagoa. Dei R$2.000,00 pra ele. Apartir daí, alguma coisa parecia q começava a ficar meio errada. Vai ficar bem mais pior!(te garanto Lubinha)
Comecei a ter uma amizade bastante forte com a irmã dele, o nome dela é Júlia, e sem querer me gabar, mas ela é tipo vc LubaTv, linda para um k-rai. Até q do nada numa Seixta-Feira 13, ela me chamou no WhatsApp e ela disse:
-Oi, Luis. Td b contigo? Tem como cê dar uma passada aqui em casa?
Eu falei:
-Sim, claro q sim! É por algum motivo em específico, ou é só para passar por aí meixmo? Seus pais estão em casa?
Até q ela solta isso:
-Nem o meu irmão e nem ninguém estam em casa e é sobre o meu irmão, ele anda meio estanho ultimamente. Mas dá pra vc vir aqui?
Eu (obviamente) disse:
-Sim! Vou ir aí agr meixmo, Julia!
Ela disse:
-Q ótimo, tô esperando por vc, mor<3
Nós dois ja tínhamos um leve romance invouvido, mas nós ainda não tínhamos nos beijado [nós dois éramos BV e BVL até aquele dia]. Pelo fato de q ela me disse q o Vitor tava estranho ultimamente, eu já achei isso meio esquisito, pois ele não tinha falado disso comigo ainda. Quando eu cheguei lá tava chovendo. Ela me disse q a os pais deles foram ao shopping e ela precisava ir junto se ela não quisesse e ela não foi. Ela falou:
-Eu vi q antes deles saírem, eles foram ter uma conversa com ele no quarto dele e ela ouviu um diálogo. Vamos fazer assim, falas da mãe=M. Pai=P. Vitor= V. Júlia = J. Eu = L.
(2ª tradução: isso foi na mesma semana em q eu dei os R$2.000,00 pra ele na Segunda-Feira). O diálogo foi:
M- Então ele tinha te dado SÓ 2000 REAIS?!
V- Sim! Infelizmente SÓ isso, mesmo!
P- Vc TEM q fazeobrigar ele a nos dar MAIS do q 'só uma mixaria' de R$2.000,00.
M- Esse guri vale É OURO!!!
P-O dinheiro q ele ganha com essa plataforma Binomo, É COM CERTEZA BEM BEM MAIS DO Q R$10.000,00 SE DUVIDAR!!! ENTENDEU?!?!
V- Sim com certeza eu vou dar o meu melhor.
Ela me comprovou isso com um áudio que ela gravou e mandou pra minha prima, elas estudam na mesma Turma [7°ano tbm, mas na Turma de tarde].
Alí meixmo dps de agente conversar sobre isso tudo, ela se declarou para mim e me pediu em namoro. Eu asseitei e nos beijamos pela primeira vez em nossas vidas com muita felicidade. Quando os pais dela chegaram, ela pediu pra q eu me escondesse de baixo da cama dela, pq se eles me vissem, eles nos matariam pelo fato de q ela tinha trazido alguém pra casa deles e sem avisar (q agente tinha esquecido desse detalhe). Fiquei por pouco tempo alí. Eles entraram no quarto e conversaram um pouco com ela (na vdd só perguntaram se ela tava bem e tals...) e saíram do quarto e fecharam a porta. Quando a poeira abaixou um pouco, eu saí de baixo, dei mais um beijo nela e sai pela janela da qual eu tinha entrado, pq não teria como eu passar pela sala da casa dela sem q os pais dela E o Vitor me vissem lá.
Quando eu cheguei em casa já parou de chover e eu fiquei do lado de fora no quintal q ficou brilhando por causa da luz do sol q ficou refletindo na água da chuva entre a grama. Eu sentei numa mesinha q fica perto da nossa piscina de chão e eu fiquei pensando:
L-Obviamente eles estavam falando de mim, pq só eu dei dinheiro pra ele. Então, se for isso mesmo, eu vou ficar bem puto.
No mesmo dia, eu convidei a Júlia pra agente poder se apresentar como namorados para minha família num jantar q iríamos fazer, ela aceitou na hora. Foi um jantar muito divertido, contamos piadas, agente riu de história engraçadas da minha família e etc. Dps do jantar eu e ela conversamos um pouco mais (não sobre aquele assunto), e quando ela foi no banheiro eu fui na varanda do meu quarto e vi q iria começar uma tempestade com trovões e relâmpagos. Quando eu vi isso eu pensei:
L- suspiro~ É o momento perfeito!
Eu comecei a cantar a música No Time to Die da Billie Eilish, na vida real eu tbm faço isso de ver climas perfeitos pra mim poder cantar alguma música específica. Obs: Como se eu tivesse fazendo um reality show ou só participando do próximo High School Musical. Haha. Quando eu terminei de cantar, eu não vi q a Júlia entrou na varanda e ela decidiu me agarrar pela minha nuca e no meu casaco e me puxa girando fazendo com q eu ficasse encarando ela. Ela diz:
J- Vc canta mt bem. Algum dia vc me ensina cantar assim?
Obviamente eu falei:
L- Claro q sim, mozin.
Até q ela falei:
J- Desculpa, morzão, mas infelizmente vou ter q ir embora
Mesmo assim eu falei:
L- Tudo bem.
Quando o motorista dela foi lá em casa buscar ela, eu deu um abraço e um beijo nela e ela foi embora. Quando ela foi embora, eu tava MT cansado, e quando eu fui dormir, eu sonhei q eu tava num corredor cheio de neblina com várias portas (parecendo New Rules da Dua Lipa), até q eu vejo a Júlia mas a neblina ficou cobrindo a cara dela. Até q aparecem 12 passarinhos q rodeiam a sua cabeça e tbm uma águia q faz toda a neblina desaparecer revelando o seu rosto beautiful e ela anda mais rápido pra me abraçar e na hora em q no sonho agente se beijou, eu acordei.
 Parte 2 
2 dias dps, eu resolvi "conversar" com ele, já fiquei de saco cheio de pensar nessa poha. Eu mandei a seguinte mensagem:
L- Vitor! Fica quieto e fica on q eu NECESSITO falar contigo!!!
Ele falou:
V- Mds oq vc quer? Oq eu fiz?
L- Tu sabe MT BEM oq vc fez!
V- Não. Eu fiz oq?
L- Não começa não, tá?! Não começa a fingir q c NÃO sabe oq fez!!!
Ele saiu do whats, me deixando no vácuo mesmo VIZUALIZANDO a última msg (oq eu odeio pacaralho).
L- Eiii!, Eiiiiii!, E!, E!, I!, I!, I!, E!, E!!!!!!!.
No dia seguinte, eu fui pra escola e ele tbm foi e ele veio até mim e me deu 'oi' e me perguntou:
V- Cara, oq caralhos foi aquilo q aconteceu ontem no whats?!
Eu fiquei parado uns 10 segundos até falar:
L- Nada. Deixa pra lá.
Vc pode me chamar de demente nessa parte da história por não ter feito quase nada na hora, mas para pra analisar. Quando agente vai fazer uma denuncia por exemplo, como q agente mostra q é real? Com provas claras! E eu precisava de provas MAIS claras e apenas um áudio não provava mt coisa. Como vcs já devem ter entendido isso, vcs vão amar as próximas partes.
 Part III 
No mesmo dia, durante a aula de Inglês e durante um trabalho que eu estava dedicando a minha VIDA naquele trabalho avançadissimo na qual eu fiz a "biografia da 2ª guerra mundial, em inglês", minha amiga Vitória vira pra mim e disse: (Vitória= V’) V’- Luis, a Júlia pediu pra mim entregar essa cartinha pra vc.
Eu:
L- Vlw, migaã.
Quando eu abri a carta, estava escrito:
"Eu tenho uma surpresa pra vc, mor<3. Surprise, eu vou me mudar pra sua sala! Gostou?"
E eu escrevi:
L- AMEI!!
Entreguei a carta de volta e falei:
L- Entrega pra ela de novo.
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2020.07.04 01:46 throwawaypt123123 “Aquele rapaz que toda a gente conhece”

Esse, era eu quando era novo. O popular. O “fixe”. O que tinha boas notas, mas não se juntava com os “nerds”. O que só fazia porcaria nas aulas. O que jogava bem à bola. O que se chegava à frente.
Era o centro de toda a atenção sem a procurar. Era assim e pronto. Olhando para trás, vejo que os meus colegas ou me admiravam, ou me invejavam. De qualquer maneira, não passava indiferente a ninguém.
O meu gosto natural pela aprendizagem levou-me sempre a ter excelentes classificações durante esses anos, embora me juntasse com os “piorzinhos”. No entanto, algo viria a mudar. O meu interesse desvaneceu. De repente questionava-me o porquê de estar a aprender aquilo, e deixei de apreciar o processo independentemente do conteúdo. Cresci e comecei a questionar-me das coisas? Talvez os professores tivessem piorado? Os colegas mudaram? A matéria lecionada deixou de ser relevante? Talvez um pouco de tudo.
E aí está o grande e popular OP, com por volta de 18 anos, a chumbar no 12ºano e longe de ser o centro das atenções (pelo contrário), irreconhecível. Que se passou? Para além do facto das minhas notas terem baixado drasticamente, a minha personalidade também se alterou. Coisas da adolescência? O grupo social que me seguiu durante grande parte até aos 16 separou-se. De repente, uma nova turma, que apesar de com certeza ter ouvido alguns dos meus “feitos”, não me conhecia, não sabia o “boss” que eu era. Um pequeno, mas gigante, passo fora da minha zona de conforto. E porque não continuar a ser eu, nesta nova etapa? Poderia continuar a ser “aquele”. Mas não. Encolhi. Medo. Da rejeição? Da reação das outras pessoas? Desta última, sem dúvida. Aquela idade em que se começa a ter a dita “noção”. E passei a gostar de estar nas “sidelines”. O discreto. Não era forte o suficiente para dar passos fora da minha “cena”.
Hoje, compreendo como sair da nossa zona de conforto é das coisas mais importantes da vida. Mas retomemos. Mal eu sabia como a minha vida ainda estaria para piorar.
Chumbado. Imagino como alguns colegas de infância se questionaram (ou regozijaram) perante tal coisa. Para além do desapontamento geral da minha família, a perda da continuidade natural do processo de passagem para a universidade fez-me perder grande parte do contacto com os meus amigos. E aí, pela primeira vez, tive um relance do que é estar sozinho. Eles lá, a viver tudo aquilo que é o afamado ano de “caloiro”, e eu cá, preso por uma disciplina da treta. Um ano horrível.
O meu pai. Um pai “à maneira antiga” talvez? Nunca fomos amigos. Trabalho, desenrascanço, responsabilidade. Aquilo que ele me ensinou. Do nada, cancro. 1 mês de tratamento. E pronto. Mas porquê? Uma pressão enorme. Enorme demais para eu aguentar na altura. Pressão de não saber como reagir, como sentir, como lidar. Não tenho apoio. Estou sozinho. As minhas irmãs têm a vida delas. Não as culpo, nem nunca as vou culpar. Tal como com o meu pai, nunca fomos próximos. A diferença de idades obviamente não ajuda, mas a de personalidades também. Não sei como apoiar a minha mãe. E, de repente, num ano, estou para trás nos estudos, longe dos amigos, sem pai e sem saber o que fazer. Seguir em frente. Passei à disciplina e entrei num curso que na altura pensei que me pudesse devolver o gozo da aprendizagem. Depressa percebi que não.
3 anos. 3 anos em que mal lá pus os pés, 3 anos a gastar rios de dinheiro à minha mãe. Para quê? Para me divertir, para gozar, para viver e tentar recuperar daquele ano sofrível. Que nojo. Arrependo-me de não ter estudado e completado o curso? Uma pergunta difícil de responder. Estaria num emprego certamente com melhores perspetivas de carreira. Mas como estaria como pessoa? Nunca vou saber. Podia estar pior. Quanto a isso, acredito que não me posso dar ao luxo de me arrepender. As variáveis são muitas para calcular se estaria melhor ou pior. O nojo, vem sim de me ter aproveitado da minha mãe para tal feito. Prometi a mim mesmo que não viveria nem mais um cêntimo da boa vontade da minha mãe.
E assim começou o meu novo trajeto. Trabalho. Total independência passou a ser o meu objetivo mais importante. Consegui-o, com certamente erros pelo caminho. No entanto, falta qualquer coisa. Muita coisa.
Socializar é uma coisa difícil para mim nos dias de hoje. Engraçado como as coisas mudam. Dou-me bem com toda a gente, e as pessoas gostam de mim (digo eu). Gosto principalmente dos mais velhos. É fácil dar-se bem com pessoas mais velhas. Sinto que não julgam tão facilmente. As conversas fluem mais naturalmente. Difícil dar-me com as pessoas da minha idade. Não me consigo identificar com muitas coisas. Talvez pelo facto de pensar em como elas não passaram por aquilo que eu já passei. Os poucos amigos que tenho são os mesmos, mas estão longe. É importante mantê-los, mas gostava de fazer novos. Mas não me consigo abrir, tornar-me vulnerável. Tenho muitos colegas, mas não consigo fazer amizades.
Redes sociais? Nunca percebi a lógica. É com certeza um dos motivos pelo qual não me identifico com as pessoas da minha idade. Mas porquê? Sempre vi redes sociais como forma de “autopromoção”. Uma ferramenta para aumentar o nosso próprio ego. Que outro motivo existirá para a dependência das pessoas nesta coisa? A necessidade de nos sentirmos aceites pela sociedade. Sermos “famosos”, de certa forma. O problema, está no facto de ser tudo uma farsa. Essa vontade leva a que as pessoas se apresentem online não como realmente são, mas como querem que os outros as vejam. “Likes”. Imagino como se sentem bem por terem essa aceitação, essa forma de bajulação. Mas esse ego, esse aumento de autoestima, é falso. Faz mal às pessoas. Essas coisas têm de se ganhar pelas nossas ações na vida real. Acredito mesmo nisto. Um cancro da sociedade atual. Querem falar uns com os outros? Existem telemóveis porra. Não me lixem.
Nunca tive uma namorada “a sério”. Tinha o quê, uns 13 anos? Se bem me lembro, chegámos a dar um beijo. Não o considero a sério pela idade que tinha. Deixei a vida passar-me à frente nesta questão, sem dúvida. Beijei outra na universidade. E nada mais. Hoje, percebo o porquê. Pela mesma razão de me ser difícil socializar. Esta armadura que criei à minha volta. Durante estes anos, nunca me apercebi. Do medo. De me tornar vulnerável perante o que me aconteceu. De partilhar sentimentos.
Não estava obviamente preparado para perder o meu pai naquela altura (nunca ninguém está), mas principalmente por causa da minha idade e das outras circunstâncias que me rodeavam. Não sabia. A realidade atingiu-me muito recentemente, anos após o ocorrido. Não tinha maturidade emocional para lidar com a situação. Olho para trás e agora, apenas agora, percebo o meu pai. Também ele tinha esta armadura, um medo de se tornar vulnerável. As razões, não as conheço. Certamente algo o afetou quando era mais novo, tal como me afetou a mim. E sinto uma frustração enorme. Frustração porque nunca conheci verdadeiramente o meu pai por causa disto. Nem consigo imaginar a frustração dele, naquela cama à espera de morrer, após ter passado uma vida desta forma. A última coisa que ele me disse foi para ter cuidado, quando fosse tratar de uma tarefa que usualmente era dele. O tom dele, no entanto, mostrou que aquelas palavras significavam muito mais. Ficaram coisas por dizer, com certeza. Mas a armadura impediu-o. Não só naquele momento, mas em inúmeros anteriores. Está tudo bem pai. Eu vou partir a minha. Não irei deixar o medo conduzir a minha vida. Não posso. Um dia, não vou deixar que os meus filhos não me vejam tal como eu sou. Não te culpo.
Culpa. Como posso culpar alguém? Acredito que temos de tomar responsabilidade por tudo aquilo que nos acontece. Claro, há imprevistos, há coisas que estão fora do nosso controlo. Mas no final de contas, temos escolhas e maneiras de enfrentar as coisas. Isso já é do nosso lado. A vida é só de quem a vive.
Escrevo isto tudo porque conheci alguém. Não só alguém, mas uma rapariga que eu achei que fosse especial para mim. Sinto que a conheço apesar de mal a conhecer. Os sinais de interesse da parte dela estavam lá. E eu, o que fiz? Nada. Absolutamente nada. Pensei demasiado. Se não estaria a imaginar coisas, em como seria possível que uma rapariga tão gira e gentil pudesse estar interessada em mim. E agora passou a oportunidade. Não sei se poderei sequer voltar a vê-la frequentemente. E tive esta súbita realização da minha vida. Este medo enorme de sair da minha zona de conforto fez com que eu perdesse a oportunidade. Quem sabe o que poderia ser? Até podia não dar em nada. Mas agora não sei, e isso é infinitamente pior do que qualquer que fosse o desfecho.
Será que posso culpar o meu passado por isto? O meu pai por ser assim? A minha mãe ou as minhas irmãs? Não. A culpa é minha. Mas esta conclusão não é assim tão negativa. Sinto-me acordado. O mundo ficou um pouco mais claro. E agora cabe-me a mim, abrir-me para ele.
OP, 27 anos.
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2020.06.03 22:21 tampinhaa44 Eu sou babaca por achar que não devo desculpas a um menino que debochou das minhas desculpas?

Olá Lubixco, turma que está a ver, editores, hackers russos e (im)possível convidado! Hoje eu vou contar uma história recente, porém longa, pra vocês julgarem se eu sou a babaca ou não. Espero que gostem!
Pra dar um contexto, eu trabalho numa plataforma parecida com o Tik Tok e por trabalhar com isso, eu tenho vários contatos de amigos e colegas de várias partes do país. Tem alguns prints de conversas pra baixo então eu vou indicar mais ou menos quem é quem e oq cada um é na minha vida (com nomes fictícios é claro)
Davi - 19 anos, mais de 1M de seguidores
Marcos - moderador do grupo, um dos meus melhores amigos, 40K de segs
Carla - 13 anos, minha melhor amiga, 500K de segs
Mariana - 18 anos, 3.3M de segs (um parênteses aqui é que ela é uma pessoa incrível e é a maior influenciadora desse app, ela é tipo uma mãe para todos ali, ela é imbátivel, seria impossível ganhar dela em qualquer votação independente pra que fosse)
Eu - 13 anos, 900K de segs
Tem outras pessoas participando disso, mas os nomes não são relevantes
Bom, há três anos, eu e meus amigos fazemos uma espécie de Big Brother, com provas, eliminações e quase tudo que se tem direito (menos ficar na mesma casa pq cada um é de uma parte do país). Eu participei das últimas duas edições, sendo que na primeira que eu participei, fui tão planta que nem me lembro doq aconteceu. Nessa última edição, de 2020, estávamos todos muito animados, afinal seria um Big Brother com paredões reais e rejeições reais. Não vou contar oq aconteceu nas provas pq não é relevante, a questão é que em certo momento do jogo, uma participante fez uma pergunta simples como “o voto vai ser divulgado?” e então o Davi respondeu de uma maneira muito grossa, chamando ela de burra e tals... Eu me senti mal por ela (afinal eu já sabia que o Davi não gostava de mim pq ele sempre soltava indiretas pra mim, geralmente zombando da minha vida amorosa) mas resolvi não dizer nada. Então a Carla disse no grupo que ele deveria ser um pouco menos grosso com as pessoas e que ela não tinha feito nada pra ele. O Davi ficou puto por causa disso e fez o jogo inteiro colocar a Carla no paredão. No dia seguinte, ele fez uma live mandando votarem pra Carla sair (até aí tudo bem, meio grosseiro da parte dele, mas é um jogo, entendemos que não tinha nada de pessoal ali apesar de ele nem estar no paredão). A Carla saiu e, enquanto eu ficava triste pela saída dela, ele comemorava. Nada contra pq ele tem o total direito de não gostar dela, e eu entendo isso. No dia seguinte à eliminação da minha amiga, ele convenceu o líder a me colocar no paredão. Pelo voto do resto da “casa” quem foi ao paredão comigo foi a Mariana (lembra que eu disse que ela era imbatível? Pois bem eu não estava brincando). Mariana disse que não ia fazer nenhum tipo de apelo pq não ligava muito pro jogo (e pq não precisava). Em certo momento das conversas do grupo, eu discutindo com o Davi por ele saber que seria totalmente injusto me colocar contra a Mariana, ele solta uma assim “quando vc tiver todos os dentes da frente, a gente conversa, tá?”
Isso me quebrou... eu sou uma pessoa extremamente segura com meu corpo mas meus dentes são meu ponto fraco... Eu caí no choro e disse a ele que a atitude de me chamar de sem dente foi extremamente podre; até pq, com inseguranças não se brinca. Davi disse que não sabia que eu tinha dentes faltando e me pediu desculpas (ele me pareceu bem sincero, apesar de eu quase nunca acreditar nele) então eu aceitei mas disse que continuei chateada. Depois disso, ele gritou comigo e disse que eu sempre acusava os outros, mas quando me acusavam, eu ficava reclamando (do meu ponto de vista, parecia que falava de si mesmo, pq a descrição bate certinho com as atitudes dele) mas eu estava bem mal então não terminei a briga e fui dormir.
No dia seguinte, conversando no grupo, ele soltava várias indiretas pra mim, mas eu continuei ignorando como sempre fazia. Marcos então, vendo a injustiça que fizeram comigo, me defendeu (lembrando que Marcos era o moderador do jogo, tipo um Boninho, e até ele viu que estava injusto pra mim) mas não pôde fazer muito pq ele não pode manipular o jogo, e Marcos mesmo estando extremante frustrado, reconheceu que seria injusto se cancelasse o paredão.
Eu então, fui tentar “arrecadar” votos em uma live minha, com a Carla. Em certo momento da live, nós comentamos com os fãs que achamos que a atitude de Davi de ser extremamente grosseiro com as pessoas, era uma atitude não muito legal, mas não chegamos nem a tocar no assunto de ele me ofender pelo meu corpo, afinal eu não queria que as pessoas o odiassem, apesar de eu não gostar de Davi, sei que o Hate só iria piorar as coisas pra ele e ele provavelmente não aprenderia nada. A live correu muito bem na primeira hora mas depois disso, começou a desandar... As pessoas vinham em minha live dizer que Davi estava em live também e que estava falando mal de mim. Não dei muita bola pq os seguidores geralmente aumentam muito as coisas, imaginei que ele estivesse apenas pedindo para me tirarem do Big Brother, então deixei pra lá e continuei minha live.
Mais ou menos meia hora depois, as pessoas continuavam a comentar sobre ele, até que chegou em um ponto que eu li um comentário exatamente assim: “Davi mandou denunciar sua live” Eu fiquei meio preocupada por eu ser menor de idade e não ter total permissão para fazer live, mas fingi que não li e continuei conversando com a Carla normalmente.
Dois minutos depois, uma amiga muito próxima minha veio na minha live e disse isso: “O Davi tá acabando com vc na live dele, mandou denunciar vc e afins” Por ser uma amiga minha, eu sabia que ela não estava mentindo, então desliguei a live e fui olhar o grupo. Davi mandou diversos áudios e mensagens dizendo que eu tinha que parar de por (pôr?) as pessoas contra ele e que eu precisava parar de jogar a culpa dos meus atos em cima de outras pessoas (novamente, parece até que ele fala de si mesmo) e eu confusa, perguntei o que havia acontecido. Descobri que enquanto as pessoas diziam que ele falava mal de mim na minha live, outras pessoas faziam o mesmo na live dele. Mas diferente de mim, ele resolveu acreditar. Meu amigos disseram que ele me xingou em live e que ele realmente mandou os fãs me denunciarem, mas como eu não vi isso, nem tem gravações de tela, eu prefiro não acreditar 100% neles, pq eu acredito que se não há provas, vc não pode acusar uma pessoa.
Eu entrei na live do Davi e perguntei a ele se eu podia entrar por ligação pra me explicar pra ele e para os fãs (que nesse ponto já comentavam “falsa”, “mentirosa” e até emojis de cobra). Ele atendeu e eu comecei a explicar pra ele que não tinha falado mal dele e que nunca ia mandar denunciar a live dele, pq isso seria extremamente hipócrita da minha parte, já que eu não podia fazer live sendo menor de 16, apesar de eu ter um contrato pra isso, que dizia o contrário. Comecei a pedir desculpas (apesar de eu não precisar me desculpar, pq não fiz nada de errado), disse que eu poderia ter abordado as coisas de outra maneira. No geral, eu pedi desculpas pelas coisas que eu sabia que tinha errado e me expliquei nas coisas que eu achava que eu estava certa. Ele estava completamente cético que eu estava mentindo tudo, apesar de não dizer, dava pra sentir o deboche no olhar dele. Quando eu estava quase terminando de agradecer a ele pela oportunidade que ele me deu de me “desculpar” (sendo que eu não precisava ser desculpada), ele riu. Ele riu na minha cara. Ele debochou da minha situação em live, com mais de 1300 pessoas assistindo. Nesse ponto eu soube que não importava oq eu fizesse, ele sempre se acharia o certo e eu não conseguiria mudar a cabeça dele. Agradeci pela última vez e saí da live. Mas os comentários de hate não pararam, recebo uns até agora por causa disso.
Por fim, quando eu saí, ele me chamou de falsa e quando fui eliminada, ele comemorou. Durante a live, ele disse que tinha prints e gravações de tela de eu falando mal dele, mas quando eu pedi no privado, ele não mandou (deve ser pq não tem, né?) Fiz a mesma coisa e pedi pra todos os participantes do Big Brother pra me mandarem qualquer coisa que tinham minha falando mal dele e ninguém se pronunciou. Se vc estiver achando que eu inventei tudo, eu tenho prints das conversas no grupo e gravações de tela da live dele (não vou mandar as gravações pq não quero expor e nem dar palco pra ele mas vou deixar os prints em anexo.
edit: minha amiga pediu pra dizer também que eu fui muitooo cancelada pelos fãs do Davi (que não são poucos) e que ele se “resolveu” comigo no privado depois, mas nunca se resolveu comigo em live (então o cancelamento continua)... há alguns dias atrás aconteceu uma situação muito parecida com essa com um amigo meu (sim, eu fui cancelada de novo) mas isso fica pra outra história, né?
Nota lateral: os prints são meio confusos pq nós éramos 17 adolescentes em um grupo só, então eles mandavam muitas figurinhas com muita frequência, se eu fosse printar cada coisinha que aconteceu no grupo, ia ficar horrível pra ler, então os prints são meio sem continuidade mas dá pra entender pelo que eu falei aqui.
Mas então... Am I the asshole por achar que eu não devo desculpas a ele? Pode ser sincero, eu realmente quero saber qual a sua opinião e independente dela, eu vou continuar sendo sua fã. Beijos Lubixco e obrigada por ler minha história.
link dos prints confusos
submitted by tampinhaa44 to TurmaFeira [link] [comments]


2020.01.29 23:16 jw_mentions /r/brasil - "Eu não quero mais ser testemunha de Jeová, porém o medo de perder minha mãe me impede de sair"

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EDIT: As of Thu Jan 30 15:24:13 UTC 2020, the post is at [193pts10c]

About Post:

--- --- Notes
Submission Eu não quero mais ser testemunha de Jeová, porém o medo de perder minha mãe me impede de sair
Comments Eu não quero mais ser testemunha de Jeová, porém o medo de perder minha mãe me impede de sair
Author blu3shell
Subreddit /brasil
Posted On Tue Jan 28 15:25:07 UTC 2020
Score 193 as of Thu Jan 30 15:24:13 UTC 2020
Total Comments 71

Post Body:

TL;DR
Tenho 20 anos de idade e fui criado neste grupo religioso. Por causa das regras da religião, perdi muitos momentos de diversão como festas de aniversário, namorar na escola, ter amizades com não-TJs e passei a maior parte do meu tempo da minha vida confinado em casa, afinal para as TJs o "mundo" afora é um lugar horrível e imoral.

Pouco antes de fazer 19 anos, eu comecei a questionar algumas politicas da religião, e uma das regras é não ler qualquer informação negativa da religião, e por isso investiguei de cabo a rabo a religião e conclui que deveria sair de lá.

Durante este tempo, eu já me posicionei duas vezes pros meus pais que queria sair, porem enfrentei uma tortura psicológica terrível. Pq se uma pessoa que decide sair das TJs, terá seus laços cortados com a família, ou seja, se encontrar meus pais na rua, eles terão que fingir que não me conhecem.

Minha mãe começava a chorar como se estivesse em luto, e meu pai não parava de me irritar com seus argumentos tentando provar que estou na religião verdadeira, pois acham que serão os unicos a serem salvos num futuro apocalipse, me convencendo com textos bíblicos aleatórios, e não me deixava em paz, por isso decidi que a melhor solução seria encontrar um emprego e vazar.

Além disso eu me considero gay, mesmo eu sendo virgem, e nunca ter beijado ninguém, comecei a assistir pornografia com 12 anos e até hoje vejo pelo menos uma vez por dia.

Acabei de concluir a faculdade como tecnólogo. Espero poder arrumar um emprego, e poder ser livre de dogmas religiosos. E além disso, experimentar um beijo pela primeira vez

Related Comments (10):

--- --- Notes
Author mccmrg
Posted On Wed Jan 29 00:57:18 UTC 2020
Score 4 as of Thu Jan 30 15:24:13 UTC 2020
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Eu tava vendo o sub de exJW aqui no reddit e tem inúmeras coisas q eles n podem fazer, dá uma olhada
--- --- Notes
Author Kiloku
Posted On Tue Jan 28 17:26:12 UTC 2020
Score 3 as of Thu Jan 30 15:24:13 UTC 2020
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O pessoal do /exjw/ talvez possa te aconselhar
--- --- Notes
Author Kiloku
Posted On Tue Jan 28 16:49:07 UTC 2020
Score 3 as of Thu Jan 30 15:24:13 UTC 2020
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O pessoal do /exjw/ talvez possa te aconselhar
--- --- Notes
Author detinn
Posted On Wed Jan 29 02:51:56 UTC 2020
Score 2 as of Thu Jan 30 15:24:13 UTC 2020
Conversation Size 0
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/exjw
Boa leitura.
Tenho pena de quem nasce em família dessa religião.
Força!
--- --- Notes
Author Kiloku
Posted On Tue Jan 28 16:44:55 UTC 2020
Score 10 as of Thu Jan 30 15:24:13 UTC 2020
Conversation Size 1
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O pessoal do /exjw/ talvez possa te aconselhar
--- --- Notes
Author Kiloku
Posted On Tue Jan 28 16:45:03 UTC 2020
Score 0 as of Thu Jan 30 15:24:13 UTC 2020
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O pessoal do /exjw/ talvez possa te aconselhar
--- --- Notes
Author Kiloku
Posted On Tue Jan 28 16:45:11 UTC 2020
Score 0 as of Thu Jan 30 15:24:13 UTC 2020
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O pessoal do /exjw/ talvez possa te aconselhar
--- --- Notes
Author Kiloku
Posted On Tue Jan 28 16:45:35 UTC 2020
Score 0 as of Thu Jan 30 15:24:13 UTC 2020
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O pessoal do /exjw/ talvez possa te aconselhar
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Author DeepNavyBlue
Posted On Tue Jan 28 15:43:41 UTC 2020
Score 47 as of Thu Jan 30 15:24:13 UTC 2020
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Tem vários depoimentos tanto aqui no Reddit de exJW quanto em fóruns de ex-TJ. Dando dicas de como sair e/ou ao mesmo tempo estar ali. Também existem milhares de depoimentos sobre quem rompe de vez.
Da umas pesquisadas, quem sabe você consiga conciliar, ou nao...
--- --- Notes
Author Kiloku
Posted On Tue Jan 28 16:58:03 UTC 2020
Score 5 as of Thu Jan 30 15:24:13 UTC 2020
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O pessoal do /exjw/ talvez possa te aconselhar
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2019.12.15 02:51 LUBAESCUTASEUMERDA #turmafeirafinal

(E minha primeira vez enviando turma feira)
"piano da ilusão"
Ola luba, editores e possíveis convidados! Vamos la, eu tinha por volta de 13/14 anos, Eu estava em viagem em um hotel fazenda que vou todo ano novo, eu cheguei no hotel e fui andar, igual faço todo ano pq ficar mt tempo sentada cansa, okay, ai do nada eu ouvi um barulho de piano, então resolvi ver da onde vinha, eu entrei em uma sala desse hotel, no canto dessa sala tinha um piano, eu fui ver quem estava tocando, pq tava mt top, ai tinha um garoto, da minha idade mais o menos, tocando o piado (ele era gato e sabia tocar piano, me apaixonei na hora), eu fui la e tentei falar com ele ne. Conclusao (ele nao me deu minimo de atenção)
então resolvi ir embora, deu que fiquei todos os dias do hotel seguindo ele, ate que eu fiz time de queimado com ele, foi quando achei que podia falar que gostava dele pra ele, mais quando eu fui ir fala no fim do jogo, ouvi ele falar pra uma amiga dele q ele gosta de uma menina do hotel (nao era eu).
fiquei triste mais no ultimo dia eu encontrei um boy q gostava de mim então tudo kit ;),
espero q tenha gostado da minha historia, sou nova nisso foi mal!! Beijos te amo🥰🐶
submitted by LUBAESCUTASEUMERDA to u/LUBAESCUTASEUMERDA [link] [comments]


2019.11.07 03:25 Mustafasustenido Completei 30 anos, virei mago e isso me abalou profundamente

Caros colegas redditors.
Buscarei a melhor forma de contar essa história aqui e farei um TL;DR no fim, mas tentarei não deixá-la massiva.
Então... venho de uma família classe média alta onde o que mais tive foi amor e carinho.
Em minha adolescência viajei bastante pelo mundo com minha família, estudei em uma escola excelente, fiz muitos amigos (alguns hoje são meus irmãos de vida) e posso dizer que foi o melhor período de minha vida.
Porém nunca consegui me relacionar com nenhuma mulher. Terminei o ensino médio sem nunca ter dado um beijo. Só tendo encostado na mão de uma menina 1x e passando por dezenas de rejeições (perdi as contas da quantidade de vezes que me apaixonei e não fui correspondido).
Sei que isso, em partes, se explica pelo fato de eu ter sido o ser humano mais magro (com saúde) que já conheci. Sem entrar em muitos detalhes meu IMC era por volta 13, eu era literalmente só o osso. Mais de 1,80m e menos de 50 kg (muito tempo depois descobri que é simplesmente a genética, mesmo malhando existe uma barreira pra meu peso e cada segundo de sedentarismo me faz emagrecer), exames perfeitos. No fim da adolescência entrei pra academia e consegui um corpo magro normal, porém o estrago na minha autoestima já estava feito (apesar de eu ter convicção que a qualquer momento, naturalmente, as coisas aconteceriam e eu acharia alguma menina pra me relacionar).
Passei em uma das melhores faculdades do país, no curso que eu queria, saí de casa pra morar sozinho e estudar, tinha tudo pra minha vida continuar as mil maravilhas, mas encontrei meu primeiro problema. O local de estudo só tinha homens e, como eu não era muito de sair, me bateu um grande desespero de continuar BV por muito tempo, já que não teria contato com mulheres... Enfim, uma depressão apareceu e fiquei quase 2 anos praticamente na rotina casa-faculdade-casa (além de minha família ter colocado quase uma babá em minha casa, pra que eu pudesse ficar mais relaxado). Foi com sobras o pior período de minha vida, em momentos de crise não conseguia comer praticamente nada, em momentos normais eu tinha que empurrar cada refeição. Voltei pra um estado de muita magreza (IMC 14,5), parei de fazer atividades físicas... minha família percebia pouco porque, além da distância, meu desempenho continuou excelente. Meus amigos de infância estavam em outras cidades e meus amigos da faculdade não pareciam notar nada (até porque já me conheceram nesse estado).
Consegui começar a superar essa situação depois de um grave problema de saúde na família. Entendi que nada do que eu sentia se justificava com tanto sofrimento que eu estava vendo daquele ente querido próximo a partir. Tanto que, depois da sua morte meus pensamentos voltaram a funcionar quase que normalmente (algumas recaídas de vez em quando) e voltei a ter aquela certeza adolescente que a qualquer momento naturalmente eu ia encontrar uma parceira.
Resumindo bastante, terminei a faculdade e comecei a trabalhar numa das maiores empresas do país, em uma cidade média do Brasil. Em pouco tempo eu assumi uma função de gestão e hoje estou quase no topo da carreira. Além disso dou palestras periodicamente para centenas de pessoas e ministro um curso noturno na área em que sou referência. Minha remuneração é o equivalente a 1 carro popular a cada 2 meses.
Ah... não possuo redes sociais
O que vou falar agora pode ficar parecendo querer me "gabar", mas é só pra enaltecer a gravidade da situação e o quanto tudo pesa em mim.
Meu modelo de gestão virou referência na empresa (e no mercado em geral), por criar uma equipe "família" (tenho muita facilidade em analisar perfis de pessoas e criar ambientes de trabalho que funcionam de maneira leve), os funcionários da empresa simplesmente me vangloriam pela forma como eu levo as coisas e resolvo as situações. Um dia desses um antigo auxiliar de serviços gerais (o qual sempre incentivei [verbalmente e financeiramente] a terminar o curso que estava fazendo) que conseguiu vaga de assistente administrativo em outra empresa veio pessoalmente me agradecer (até uma lembrança me deu, que guardo com bastante carinho) por conta dos ensinamentos que passei pra ele, que, segundo o mesmo, "foram de grande importância para o crescimento na carreira dele".
Dou palestra pra centenas de pessoas por mês, pra falar sobre a área que domino e está em ascensão em todo o mundo. As palestras tem sido um sucesso, e a plateia aumenta a cada ciclo. Sempre tive muita facilidade pra falar (e prender a atenção das pessoas) em público.
Minhas aulas noturnas também correm de maneira bastante positiva. Sempre tive prazer em ensinar e ver o aprendizado de cada estudante (principalmente os que mais tem dificuldades) me dá uma sensação de dever cumprido muito grande.
Além disso tudo sou multi-instrumentista. A música é parte de mim e sempre quis compartilhar com o máximo de pessoas possível. Dessa forma, sou um dos fundadores (e professor) de um projeto comunitário com objetivo de transformar a vida das pessoas de uma maneira efetiva.
Dito isso, volto pra o ponto do desabafo do tópico.
Completei 30 anos, sou BV e, obviamente, virgem e isso vem me destruindo a cada dia que passa. Todas as pessoas próximas a mim já tem família, ou pelo menos namoradas sérias/noivas e eu mal encostei na mão de uma mulher.
Analisando friamente (uma das minhas maiores virtudes são as autocríticas) sou um homem nota 7 de rosto (sei que nos achamos mais bonito do que o que somos, mas já descontei uns pontos, risos) e 3 de corpo. (recentemente estava melhor de corpo mas ansiedade que venho sentindo nos últimos meses vem me corroendo, e tenho total consciência que não posso por a desculpa dos meus insucessos integralmente no meu corpo)
Ninguém sabe que sou BV e meus dois amigos mais próximos sabem que sou virgem.
Mensalmente recebo a sugestão de procurar uma prostituta, mas meu EU me diz que isso seria a maior prova que sou incapaz de conseguir um primeiro beijo com uma moça que gostasse de mim de verdade (e nem sei se é recomendado beijar prostitutas, risos).
Meus amigos já tentaram me "armar" com conhecidas em festas, mas nas duas vezes que isso aconteceu notei que as moças não queriam e nem tentei forçar a barra. Acabei saindo das situações muito pior do que antes, sentindo a rejeição na pele mais uma vez. Sabe aquela facilidade pra falar em público? Isso desaparece integralmente em contatos sociais diretos com muitas pessoas do sexo feminino (principalmente em festas, que nunca gostei e hoje em dia mal vou, a não ser as do trabalho ou quando faço parte da banda). Na verdade ir em festas no geral me cansa MUITO, vou uma vez por ano, depois de muita insistência dos amigos, porque sei que vou ficar lá 5-6h com cara de paisagem, sem despertar o interesse de nenhuma mulher random por conta de não conseguir ter a mínima postura e não ter um corpo tão legal pra gerar interesse numa numa festa.
Tenho total convicção que, se eu fosse uma mulher, jamais pegaria um cara inibido como eu num ambiente de festa, eu simplesmente me reduzo a um pedacinho de nada, sei que isso é muito por conta da baixa autoestima devido ao meu corpo e às rejeições femininas que sofri na adolescência.
Minha rotina hoje em dia se resume basicamente a:
Trabalhar de segunda à sexta o dia todo (e noite), tento ler algo pra relaxar;
Sexta à noite (pelo menos a cada 15 dias) saio com meus amigos (e suas esposas) pra um barzinho;
Sábado trabalho mais um pouco, assisto futebol e vou dar aula de música para o pessoal no projeto;
Domingo passo o dia feliz com minha família, à noite vou à missa pra relaxar um pouco o espírito e me preparar para a semana.
Sinto um pouco de tristeza principalmente ao escrever que passo o "domingo feliz" com minha família, com um toque de desdém. Porque realmente tinha tudo pra ser algo perfeito, mas meu EU interno já passa cada minuto, em cada uma dessas atividades, pensando no quanto de vida eu perdi por chegar aos 30 anos sem ter me relacionado com uma mulher e saber que esse tempo não volta atrás nunca.
Saber que jamais vou ter uma namoradinha aos 15 anos, conhecer aos poucos e sem maiores pressões como um relacionamento funciona. Ir de mãos dadas ao shopping, assistir um filme, trocar palavras, olhares... Cada vez que penso nisso parece que uma parte de mim fica pra trás, não consigo exprimir com palavras o vazio que isso me faz sentir.
O estopim para que eu resolvesse desabafar e (com fé em Deus) procurar ajuda profissional foi o seguinte:
A empresa é composta majoritariamente por homens e mulheres de mais idade, mas possui algumas estagiárias e o pessoal sempre me fala na resenha (não sei até que ponto é resenha [na verdade eu sei que não é resenha]) que elas fazem de tudo pra se envolverem comigo (lembra aquela história de que sou bom pra traçar perfis de pessoas e montar equipes? Pois é, quando o assunto é relacionamento com mulheres eu não sei interpretar os sinais mais básicos). Obviamente eu jamais me envolveria com uma estagiária (até mesmo uma ex-estagiária), por razões profissionais, mas já recebi muitos "convites" via Whatsapp, que acabo levando na brincadeira pra não queimar minha reputação.
Enfim, recentemente chegou o ponto que resolvi que meu psicológico era mais importante do que meu medo de "me queimar" e comecei a conversar com uma estagiária (10 anos mais nova e de família humilde[claro que não ligo pra isso, só estou dizendo aqui pra que você me ajudem a interpretar a situação depois]) que já estava terminando o contrato e ia ser efetivada em outra cidade. A iniciativa foi minha (e isso me fez ter ainda mais vontade de que desse certo), mas, mesmo sendo um poste, eu sempre notei a forma que ela me olhava, sorria e nas conversas que tivemos nossas ideias se batiam muito, além de ela me atrair fisicamente e ser bastante inteligente.
Começamos a conversar diariamente via Whatsapp (evitávamos contato pessoal por conta do ambiente da empresa). Pouco antes do contrato dela acabar surgiu o momento e falamos mutuamente do que sentíamos, dos problemas que isso podia trazer pra vida profissional, mas acabamos concordando que valeria a pena tentar algo. Um tempo depois resolvi chamá-la pra sair e ela aceitou, mas veio com uma conversa que não era pra eu criar expectativas e que ela "não era fácil" (com outras palavras mas em resumo era isso). Confesso que achei meio estranho, há pouco tempo havíamos nos aberto um para o outro, mas não entendo nada de mulheres mesmo, então vamos seguir a história.
Tive o primeiro encontro da minha vida (sim, aos 30 anos, repito) levei ela pra jantar em um local que não fosse o mais caro da cidade (pensei que ela se sentiria mais confortável caso pudesse pagar o que havia consumido, se desejasse).
Saí de casa bastante nervoso, mas seguindo à risca tudo que os tutoriais on-line tinham me ensinado. Asseado, perfumado, bem vestido (como se eu já não vivesse assim...) e tentando o máximo possível ser simplesmente eu.
Chegamos ao local (um pouco preocupados que algum conhecido nos visse), mas a coisa fluiu tão naturalmente que, aos poucos o nervosismo foi passando. Aproveitamos o momento "livres" e conversamos sobre muita coisa ao longo de quase 3 horas (sem nenhuma forçação de barra, a coisa realmente acontecia de maneira espontânea), falamos um pouco sobre nossas vidas, nossos anseios, falamos mal das pessoas das mesas vizinhas... isso tudo com intensas trocas de olhares. Chegou um ponto que tomei coragem, segurei na mão dela e, pasmem, ela deixou. Fiquei ali de mãos dadas com ela (foi uma das melhores sensações que já tive na vida), trocando carícias e conversando por mais alguns minutos, quando decidi que era hora de sair e tentar algo.
Como já disse, antes do encontro eu estava muito nervoso, mas depois de todo aquele tempo com ela eu percebi que as coisas realmente iam acontecer de forma bastante natural.
Saí do restaurante abraçado com ela, fomos em direção ao carro (estava num local isolado), fiquei de frente com ela, falei 2 palavras e fui em direção ao meu primeiro beijo.
Ela simplesmente se virou e disse "na-não" (foi mais em forma de ruído de negação, mas achei melhor escrever assim), nesse momento não entendi mais nada (teria interpretado algum sinal de forma errada? Deveria insistir?).
Dei um abraço nela falei algumas palavras, tentei novamente e recebi mais uma rejeição.
Não soube o motivo (até agora não sei), mas preferi não insistir, demos um abraço demorado e levei ela pra casa, conversando sobre outras coisas.
Faz pouco tempo que isso aconteceu e ainda trocamos algumas palavras via Whatsapp. O que me deixa tranquilo é que eu pelo menos tirei a bunda da cadeira e tentei. Mas a frustração de mais uma rejeição é algo incomensurável pra mim. Não sei quando terei contato com outra mulher a esse ponto (estatisticamente eu tenho contato, com chances de dar algo, com uma mulher a cada 2 anos, e, é claro, nunca deu certo)
Com relação a esse encontro (eu queria até a opinião dos colegas redditores) eu trabalho com 3 hipóteses:
1 - Ela quer algo, mas não quis se mostrar fácil/interesseira (como as outras estagiárias que mandam mensagens diretas pra mim por Whatsapp) e está esperando outro convite meu para que possamos sair novamente e finalmente ocorra algo;
2 - Ela não quer mais nada por conta de uma das milhares de coisas que podem estar se passando na mente dela;
3 - Isso foi a prova de que meu corpo possui alguma substância não identificada, incolor, inodora e insípida, que cria uma barreira contra mulheres.
Não sei se vale a pena insistir, estou tão frustrado que não consigo ter forças pra um contato mais direto (apesar de sentir muita falta das conversas com ela);
Pra finalizar, meu desespero hoje é tão grande que penso até em fazer uma rede social (coisa que nunca tive) só pra me "amostrar" (algo que é totalmente contra meu perfil). Mostrar meus carros, minha casa na praia, minhas viagens semanais, meus momentos com os amigos, sei lá, qualquer coisa que pudesse gerar alguma curiosidade sobre mim para as mulheres.Mas aí me olho no espelho e percebo que quando chegar a esse ponto eu realmente não estarei mais sendo eu e algo de muito errado (além do que já está se passando) estará acontecendo.
TL;DR: Homem, 30 anos, família perfeita, muitos amigos (alguns verdadeiros irmãos), trabalho dos sonhos, ótima situação financeira, porém BV e virgem.
Fazendo um resumo desde a adolescência:
Comecei a aprender sobre música achando que com isso um relacionamento viria naturalmente (ao menos a música virou uma paixão real em minha vida);
Comecei a fazer academia achando que com isso um relacionamento viria naturalmente;
Comecei a cursar um dos cursos mais concorridos do Brasil achando que com isso um relacionamento viria naturalmente;
Comecei a trabalhar e hoje ganho mais do que 99% da população brasileira achando que com isso um relacionamento viria naturalmente;
E não veio. Hoje não sei mais o que buscar ou a quem recorrer... A ansiedade (ou seria depressão?) está chegando a tal ponto que me vejo totalmente refém de alguns pensamentos que me atrasam bastante. Eu não consigo, por exemplo, passar mais de 15 dias (ou ir pra um lugar distante) longe da minha família/amigos próximos. Começa a bater um desespero (tipo os que eu sentia na depressão quando tinha 20 anos) e começo a pensar que eu poderia estar ali com uma companheira, aproveitando cada segundo. Já desisti de diversas viagens para fora do Brasil por conta disso. Coisa que fazia naturalmente na adolescência.
Sinto que a cada dia a bolha vai aumentando, a ponto de começar a atrapalhar nos meus trabalhos e vida pessoal, viagens a trabalho para fora do estado estão se tornando um sofrimento (as consequências de todos meus medos recaem sobre meu sistema digestivo), acordo à noite desesperado com medo do dia de amanhã, comecei a procrastinar algumas coisas e perder o tesão em diversas situações de prazer do dia a dia (não consigo mais jogar videogame por achar que isso me torna ainda mais virgem e inútil. A própria masturbação se tornou um momento de tristeza. Tocar piano, violino, violão, etc sozinho muitas vezes só me traz dor).
Cada elogio que recebo na empresa, palestras, aulas, crianças no projeto de música, família, amigos, parece aumentar o vazio que sinto.
Gostaria de simplesmente arrumar uma companheira e viver a vida a dois, viajar, compartilhar momentos, beijar, quem sabe, caso a coisa desse certo, ter filhos, criar uma família...

De qualquer forma, me sinto um pouco mais leve por ter passado 2 horas escrevendo e tendo exprimido todos esses sentimentos pela primeira vez (pra o lado de fora de minha cabeça).
Estou pensando em procurar um psicólogo (creio que já devia ter feito isso desde a minha primeira depressão lá nos 20 anos). Como garantir que eu, sendo uma figura conhecida na cidade não terei todas as minhas histórias íntimas divulgadas (sei que psicólogo é uma profissão muito séria, peço até desculpas de antemão caso essa pergunta ofenda alguém, mas uma pessoa má intencionada poderia destruir toda minha reputação externalizando minha intimidade). Na verdade a pergunta é "como escolher um psicólogo?". Caso não dê certo é normal trocar de psicólogo?
Obrigado a todos pela atenção.
submitted by Mustafasustenido to desabafos [link] [comments]


2019.01.29 22:38 guizocaa Gostaria de contar pra vocês a história do meu último namoro

Tudo começa em uma sexta em que eu combinei com um amigo da faculdade (ambos formados já) para fazer alguma coisa. Ele me diz que uns amigos dele haviam o chamado para fazer algo também se eu não gostaria de me juntar a eles. Na verdade eu não queria. Estava prestes a inventar uma desculpa pra não ir, mas acabei mudando de ideia por estar entediado em casa.
Chego lá antes e o encontro. Depois chega um outro amigo dele e, mais tarde, duas amigas. São duas irmãs. Ficam dois núcleos de conversa: o primeiro entre mim, meu amigo e a Rafa e o outro entre a irmã dela e a irmã. Eu a achei muito mala, além de que tivemos umas discussões mais incisivas para pessoas que haviam acabado de se conhecer.
Gostei dela.
Depois esse meu amigo me diz que elas gostavam de board games, então combinamos um tempo depois de jogar Catan na casa dele. Também me falou que elas são da igreja dele (Presbiteriana) e também moram no mesmo condomínio. No fim da noite da jogatina tive a oportunidade de pegar o whatsapp dela. A parte mais interessante é que elas tinham que ir embora porque era meia-noite, uma regra dos pais. O mais interessante ainda é que uma tem 31 anos e a outra 30.
Começo a falar com a Rafa e a chamo para sair. Recebo um belo 'não'. Ela diz que prefere ficar solteira e que eu não seria alguém que os pais dela aprovaria (Isso em junho do ano passado).
O ponto é que eu tenho 27 anos e fui criado em uma igreja Presbiteriana Independente, mas havia deixado de frequentar há muito tempo por algumas razões, sendo a principal dela a pouca fé (ou alguma fé).
Ao invés de seguir o jogo, ela demonstrou interesse na minha amizade e continuávamos nos falando constantemente. Ficamos bastante amigos.
Outro ponto relevante de levantar é que sou uma pessoa desleixada e preguiçosa e estava em um período ocioso, além de fora de forma. Apesar de formado em direito, eu nunca fui exercer porque no fim do curso eu já odiava e trabalhava na empresa do meu pai e do meu irmão de semijoias que ainda era nova (ainda é, mas crescemos bem).
Meu interesse por ela me incentivou a levar as coisas mais a sério. Voltei a treinar jiu jitsu, boxe e tomar um rumo da vida de vez. E fui crescendo enquanto ela foi se interessando mais por mim aos poucos. Mas a gente 'brigava' porque eu sempre queria mais que amizade e ela batia na tecla de ser solteira e dos pais e, quanto mais o tempo passava, mais os pais que eram citados mesmo. Já teve várias complicações no passado por namorados desaprovados.
Esse meu amigo vivia me chamando pra voltar pra igreja e acabei aceitando, sendo que ela também foi um incentivo. Acabei me dando bem por lá e isso me deixou feliz.
Teve o aniversário dela no fim de agosto e depois fomos para minha casa passar um tempo com uns amigos juntos. Entreguei o presente dela e foi a situação perfeita para o primeiro beijo nosso, mas acabou não rolando.
Na semana seguinte, combinei com o outro amigo que também conheci naquela sexta para ir ao culto de jovens no sábado. Duas horas antes ele disse que não podia ir. Comentei com ela que iria sozinho e ela acabou dizendo que ia comigo. Depois fomos comer comida japonesa (ela ama) e ali nos beijamos pela primeira vez .
Mas é claro que ainda tinha um problema: os pais. Na verdade, quando eu digo pais significa a mãe. O pai dela é meio indiferente, pois ele se importa mais em não ser incomodado. Aliás, ele é um pastor pentecostal. A mãe frequenta a Universal, é uma pessoa extremamente desequilibrada (óbvio que partindo de mim é uma posição bastante enviesada). Ultra controladora e briguenta. Os pontos que a Rafa citava que faria a mãe ser contra: eu não ter maturidade espiritual, a diferença de idade e a questão profissional, considerando que eu ainda estava retomando meu rumo.
Combinamos em uma segunda de eu ir jantar na casa dela e fui apresentado como um amigo que estava querendo a conhecer (mancada nossa ter mentido) e ela percebeu que já éramos mais que amigos, então as duas brigaram depois que fui embora (ainda dei um chocolate para a mulher).
Nós discutimos a situação e decidimos que tentaríamos ficar juntos. No domingo dia 23 de setembro, eu finalmente a pedi em namoro. Até comprei uma bonita aliança.
Como a mãe era contra, para fazer a Rafaela terminar comigo ela a proibiu de usar a máquina de lavar roupa da casa e as panelas, forçando-a a lavar nas mãos suas roupas e ter que se virar pra fazer comida.
Isso me fez pensar em terminar com ela, porque não queria que ela passasse por isso por minha causa. No sábado seguinte nós fomos ao shopping e depois comer comida japonesa no mesmo lugar.
Naquela semana, recebo mensagem no whatsapp do Pastor Joézer, que era da igreja em que eu fui criado. Óbvio que fiquei surpreso, mas sabia de alguma forma que a mãe tinha algo a ver com isso. Ele pergunta se pode me ligar, o que me estranhar mais ainda. Pois bem, ela achou o número dele e começou a falar de mim e que era contra o namoro, gritava no telefone. Não sei ao certo que ela queria com isso, se esperava descobrir algo ruim sobre mim. Ele só falou bem de mim e avisou que o comportamento dela era de alguém com uma patologia mesmo. Era uma pessoa doente.
No domingo, chamei-a para almoçar com minha família e ela aceitou. Chegando na escola dominical de manhã, ela me mandou uma mensagem dizendo que não ia poder ir mais. Sim, ela terminou comigo naquele dia. A pressão da mãe funcionou (ela ameaçou contar para os pastores da igreja coisas sobre os namoros passados dela).
Nunca senti tanto ódio na minha vida quanto eu senti por essa mulher. Duas semanas depois, por sentir muita falta um do outro, decidimos nos encontrar. Passamos uma tarde juntos e eu tinha um casamento de um amigo que não deu pra ela ir (ela é engenheira civil e dá aula à noite). Nós discutimos se voltaríamos ou não o namoro. Naquele sábado, combinamos de jogar Catan na casa daquele meu primeiro amigo e tenho a péssima ideia de nos encontrarmos uma hora antes pra passarmos um tempo juntos. Eu a encontro em uma rua perpendicular à rua do meu amigo que tem uma mesa e banquinho. Ela está muito tensa porque percebeu que a mãe suspeita de algo. Nós discutimos mas logo nos entendemos. Tempo depois, surge o carro da irmã na rua e a mãe no banco de passageiro. Ficamos nos encarando por segundos que pareciam horas. Ela manda a Rafa entrar no carro e começa a discutir comigo, dizendo que eu tornei a filha dela uma pessoa rebelde, que ela era obediente e que foi o diabo que me colocou na vida da filha dela. Logo gritava "PRESBITERIANO INDEPENDENTE NÃO ENTRA NA MINHA CASA! PRESBITERIANO INDEPENDENTE NÃO ENTRA NA MINHA CASA!" (já entro no ponto do motivo).
Depois daquele dia (foi um sábado acho que 13 de outubro), ela foi proibida de falar comigo ou seria expulsa de casa. No dia seguinte, a mãe tomou o celular dela e só devolveu na segunda porque ela usa pra trabalho.
Depois disso, foram tempos estranhos. Principalmente por frequentarmos a mesma igreja, termos os mesmos amigos lá e moramos 7min um do outro. E a irmã dela fica de olho se ela não fala comigo, além de me odiar por causas das brigas que aconteceram na casa em função do nosso namoro.
É uma situação muito estranha, ainda mais porque eu amava ela (ainda amo).
Existem muitas situações e detalhes que deixei de fora por questão de exposição e que este texto já ficou muito grande.
Ah, sobre os presbiterianos independente. Há uns 30 anos, o marido dela era pastor de uma presbiteriana independente. Ele passou para uma linha mais pentecostal e começou a pregar por lá questões que saiam da doutrina presbiteriana e isso dividiu a igreja. Inevitavelmente, ele foi convidado a se retirar. O ponto é que ele vivia na casa pastoral e, como não era mais pastor, teve que se retirar de lá também, mesmo tendo duas filhas pequenas (a rafa tinha um pouco mais de um ano e a outra era bebê). Isso criou um trauma neles que nunca se recuperaram. E onde que eu entro nessa história? Bom, havia várias pessoas da família do meu pai que frequentavam aquela igreja, sendo que um tio do meu pai era presbítero (pra quem não sabe, pense no presbítero como o poder legislativo da igreja e que o pai da rafa sofreu um impeachmeant). Esse tio é um baita traste, por sinal. Eu imagino o impacto que teve pra mãe da Rafa quando soube meu sobrenome.
Outro ponto que odeio é o fato de que ainda tinha que ouvir a música "dona Maria deixa eu namorar a sua filha..." (sim, a mãe tem Maria no primeiro nome).
Bom, quem sabe no dia em que ela se mudar. Por ora, não fazemos parte da vida um do outro. Ela sempre fica tensa quando me encontra por medo da irmã achar que está rolando algo. Domingo passado mesmo ela me cumprimentou e correu. É bem ruim achar que encontrou a pessoa que vai querer passar sua vida junto e esse tipo de coisa acontecer.
O certo era eu revisar esse texto mas cansei já.
Respondo (quase) qualquer pergunta sobre isso.
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