Como convencer uma menina para dormir com você

Ela pode olhar para você, comentar sobre você para uma amiga, dar um sorriso, chegar perto de você, fazer um comentário, até mesmo puxar assunto. Então o correto é isso: a mulher sempre dar ‘permissão’ para você se aproximar. É assim que funciona como todo ALPHA (a taxa de sucesso é superior de 90%). Os 6 Passos Para Levar uma Mulher para Cama e Ter uma Noite memorável de Sexo # Passo 1: Encontre a Mulher certa no Lugar Certo. Se você quer uma mulher baladeira pra algo rápido você provavelmente vai encontrar elas nas baladas, boates e festas. Em última análise , você não pode forçá- seu filho a parar de ver uma menina se ele está determinado que eles vão ficar juntos. O que você pode fazer é assumir o controle de si mesmo para que você está enviando a mensagem de que você não concorda com a sua escolha . Individual, personalidade, personalidade – relacionado, mas as palavras diferentes que devemos distinguir, se você decidir se tornar uma psicologia profissional. 431 shares 6817 views Como convencer uma menina para dormir com você? Como convencer alguém a fazer algo usando apenas uma frase? Se você deseja convencer alguém a fazer algo, os astros podem te ajudar. ... convencer nossos pais para nos deixar dormir na casa do ... Se você é o tipo de homem que não consegue controlar os seus instintos e agora quer saber como conquistar uma mulher casada, leia este artigo sabendo que irá encontrar a resposta para os seus problemas, mas saiba que não é algo que eu recomendo fazer pois mulheres sozinhas e atraentes é o que não falta por ai, além disso é muito ... Se você tiver idade, chamá-la para dormir na sua casa é uma boa maneira de passar um tempo mais íntimo com a garota e tentar fazê-la beijar você. Leia os sinais dela atentamente e tente quando já for a hora de dormir. Se você tentar beijá-la logo no começo e ela não gostar, o resto da noite será bem desagradável. Mas talvez –e só talvez– você não queira ver gente circulando de pijama pelos corredores, nem presenciar amassos cinematográficos na mesa da cozinha. O adolescente, em alguns casos, entende a permissão para dormir com quem namora no seu quarto como um passe livre para manifestar a sua paixão por todos os cômodos. Como Fazer Sua Mãe Dizer Sim Para Você. Quer ir para uma festa, ou sair com seus amigos, mas sua mãe não deixa? Não desista ainda! Siga os passos a seguir, mantenha a calma, e sua mãe vai dizer sim antes do esperado! Seja sincero com... Primeiro, e mais importante, mantenha a calma e apresente tudo de uma perspectiva amorosa. Não faça da terapia um castigo. Em vez disso, fale sobre como você tomou essa decisão, pois ela melhorará as coisas para todos. Mas exatamente o que você diz varia dependendo da idade do seu filho. Aqui está o que os especialistas sugerem.

3 Triângulos Amorosos

2020.06.07 03:08 BethNina 3 Triângulos Amorosos

Oi, gente linda do canal! (Ah, não, pera)
Galera, essa história é bem longa e começou há uns 2 anos (é. Não acabou ainda, mas nós vamos chegar lá).
Então, era um momento lindo da vida em que nós ainda podíamos sair de casa. Eu estava solteira há bastante tempo e meu hobby era usar o Tinder para conversar com as pessoas e, quem sabe, encontrar alguém legal pra amarrar meu jegue.
Match vai, match vem, acabei conhecendo não só uma, como DUAS mulheres que eu achei maravilhosas. Além de lindas e o papo era beeem massa. Vamos chamar uma de Carls e a outra de Larls.
Como a solteirisse é terra de ninguém, acabei saindo com as duas.
O detalhe: a Carls é CASADA com um HOMEM 15 anos mais velho. E a Larls estava envolvida também com um HOMEM (casado e também muitos anos mais velho, diga-se de passagem tb).
A Carls tentava me convencer de sair com ela e o marido. Só que eu não estava nessa onda, e falei que se ela quisesse sair comigo, ok. Senão, seriamos só amigas mesmo.
Enquanto isso, eu saía com a Larls e a gente se divertia bastante. E eu fui bem clara com as duas que eu não era exclusiva. Cada uma sabia da outra. E tava tudo ok.
A Larls cozinhava para mim, ia comigo ao cinema, e era realmente bacana. Só que as duas ficavam com muito ciúmes uma da outra (não julgo, pq eu também tinha ciúmes das duas com os caras). Inclusive, ela tinha ido até o hospital me levar comida quando eu tive uma crise de enxaqueca. Ela acabou conhecendo meu pai, minha mãe e meu irmão naquele dia.
Já a Carls me levava para almoçar e talz, só que sempre às escondidas, super rápido, coisa de no máximo de 1h a gente se vendo. Ela ficava sempre bastante nervosa perto de mim, sempre olhando para os lados e analisando ao redor. Foi aí que eu descobri que o marido dela foi diagnosticado clinicamente como PSICOPATA. E, adivinhem: ela tem porte de arma. E ela tem uma arma em casa!
Passou 1 mês e a Larls me mandou mensagem dizendo que, para ela, já não dava mais. Só que eu fiquei desesperada, porque eu realmente gostava dela. Acabei tomando minha decisão: fui até a casa dela e a pedi em namoro.
Aí no meio daquela emoção de começar um namoro, minha irmã me liga pedindo para buscá-la no Outback. Ela tinha começado o namoro com uma menina no mesmo dia.
Chamei ela pra ir comigo. Enfim... Minha mãe era meio homofóbica naquela época, então quando chegamos na minha casa, foi uma situação meio tensa.
Passadas 2 semanas, a Larls ainda estava muito ciumenta da Carls (a gente ainda conversava, mas eu realmente não estava ficando com ela). Até que eu não aguentei mais e terminei o namoro.
A Carls falou que ia largar do marido e acabamos "namorando" por um mês (mas foi tudo virtual, pq ela estava em outro estado com o marido e a enteada).
Quando ela voltou, as coisas estavam estranhas entre a gente. Resultado: ELA VOLTOU COM O MARIDO!
Foi uma baixaria só... Ela começou a me mandar mensagens no Instagram. Bloqueei. Facebook, bloqueei. WhatsApp, bloqueei. BLOQUEEI EM TUDO QUE EU LEMBRAVA.
Até que um belíssimo dia ela me manda um e-mail me pedindo dicas de trabalho (eu trabalho com marketing digital) porque ela tinha arrumado um emprego como assistente jurídica em uma empresa com foco em atendimento digital.
Respondi e depois mais nada.
VEY, A GURIA COMEÇOU A FAZER SPAM NO MEU E-MAIL COM MENSAGENS. Eu respondi ela desabafando toda a minha revolta que estava entalada.
Eu tive que bloquear ela do meu FUCKING E-MAIL.
Passaram vários meses e, depois de ter me restabelecido emocionalmente, acabei procurando a Larls para pedir desculpas porque eu tinha sido babaca com ela (eu sei que eu não deveria te continuado a conversar com a Calrs depois que começamos a namorar).
Acabamos voltando a conversar e as coisas foram fluindo bem mais naturalmente. Até que um dia convidei ela para ir comigo no casamento de um amigo e, como meus pais e meus irmãos estavam viajando, a minha AVÓ me ligou pedindo para eu levar minha amiga para dormir lá em casa e eu não ficar sozinha.
Bom... Acabamos ficando.
E uma semana depois estávamos namorando. Isso foi em novembro de 2018. Quando foi no carnaval de 2020 fomos morar juntas.
Acabamos de completar 1,5 de namoro. A Larls esteve comigo quando perdi meu avô em abril e meu pai em julho. Hoje ela conversa mais com a minha mãe e a minha avó do que eu kkkkkk
É isso, turma.
Estou anexando alguns prints dos e-mails com a Carls pra vocês verem que não é fake:
https://imgur.com/a/QUoIxIF
submitted by BethNina to TurmaFeira [link] [comments]


2019.12.17 01:32 lilvalgreen Síndrome do Pânico

Todos sabemos que só existe uma coisa inevitável, a morte. Como você se sentiria pensando nisso 90% do seu tempo?
Essa é a minha realidade, e possivelmente a de muitas outras pessoas. Desde pequeno eu era muito ansioso, isso me atrapalhava mas nada grave, as coisas ficaram realmente ruins no meu primeiro emprego/estágio da vida. Eu havia me tornado Analista de Sistemas em uma empresa nacional muito valorizada, na época considerada a melhor empresa para se trabalhar no meu estado via indicativos de satisfação dos colaboradores registrados pela GPTW (Great Place To Work, ou em português, Grande Lugar Para se Trabalhar).
Sou diabético desde os 3 anos por uma disfunção, isso me faz parar no hospital diversas vezes durante minha infância, meu irmão mais velho também é, então creio que não sofri como ele por ter sido o primeiro. Ao começar no trabalho eu comecei a me sentir um pouco estranho, sofria de pressão baixa e não sabia (provavelmente por causa da diabetes descontrolada), trabalhava em meio ao ar condicionado (na direção dele) e a saída do trabalho era em uma praça muito quente. Eu também trabalhava no 19º andar e creio que toda essa mudança térmica e de altitude culminava em impactos diretos na minha pressão arterial.
Comecei a desenvolver uma certa alergia ao ar condicionado, sentia dores no peito, constantemente meu nariz entupia, sentia um gosto estranho na boca, sentia tontura por causa da pressão baixa, sonolência pois não dormia direito, estagiava pela manhã e de noite ia para faculdade (do outro lado da cidade). Sentindo falta de tempo para ir ao médico, comecei a consultar o "Dr. Google" onde quase todas as pesquisas de sintomas te revelava as piores doenças possíveis (câncer e por aí vai).
Me tornei hipocondríaco, creio que depois disso comecei a sentir coisas que eu nem estava de fato sentindo, era psicológico e cada vez mais eu me convencia que estava morrendo. Ao me abrir com os meus pais eu desabei, disse que pediria demissão, largaria a faculdade e que ia cuidar de mim mesmo. Após muitas conversas e indo contra a vontade de meu pai eu larguei "o estágio dos sonhos", porém continuei na faculdade (eu era bolsista do PROUNI).
Apesar de ir ao médico eu não fazia qualquer tipo de terapia ou visitava o psiquiatra, apenas fiz uma bateria enorme de exames (inclusive neurológicos), até me convencer que eu não estava doente. Porém não fazer terapia tinha sido um erro, pois eu tinha alguns ataques de ansiedade isolado, mas na época ainda não sabia dizer do que se tratava.
2 a 3 meses após deixar o estágio, durante a uma conversa normal com os meus colegas de faculdade eu tive uma crise de estresse misturada com ansiedade que elevou minha pressão do normal dela 10/6 para 19/12. Nesse dia eu quase desmaiei e foi terrível, graças aos meus amigos a Bombeira que trabalha na faculdade me salvou entrando em contato com meus pais e me encaminhando para o Pronto Socorro da Unimed, onde após vários exames cardiológicos fui diagnosticado com um caso de estresse excessivo.
Depois disso minha vida nunca foi a mesma, desenvolvi síndrome do pânico e fui posteriormente diagnosticado com TAG, distúrbio de ansiedade generalizada. Não consegui fazer mais estágios e formei apenas com o tempo de experiência do que fiz (menos de 6 meses).
Depois de formado eu fiquei cerca de 8 meses completamente estagnado, as únicas coisas que eu fazia era tomar meus remédios, jogar e dormir, este ciclo se repetia toda semana. Um belo dia resolvi não tomar mais os remédios e fui diminuindo aos poucos, um mês após largar os remédios tive dengue e naquela semana minhas plaquetas diminuíram de forma considerável, ao cogitar que eu poderia morrer minha vida veio à tona novamente o que resultou em uma grande crise de ansiedade, no final de julho deste ano.
Me senti como na época da síndrome do pânico, talvez um pouco menos pior por ter sido a segunda vez, chorava vários dias me perguntando por quê eu era daquela forma e por quê eu tinha que passar por tudo aquilo. Levei cerca de dois meses e meio para me recuperar parcialmente, a ponto de exercer minhas atividades sem limitações.
Em outubro, um amigo de longa data de meu pai me arranjou um emprego na empresa de Tecnologia dele, para mim eu estava me superando em todos os quesitos, havia mudado meu pensamento e saído do ócio, estava estudando programação feito um louco! Porém ele tinha o perfil de um empresário e não de Recursos Humanos, o problema disso é que ele mesmo fez a entrevista comigo em vez do RH, explicando de forma muito falha a minha função na empresa. Ao chegar para trabalhar me deparei com um serviço aparentemente pesado que envolvia plantões, horários aleatórios para trabalhar e viagens para cidades do interior a serviço de clientes, isso fez com que minha ansiedade saísse completamente do eixo e eu pedi demissão no terceiro dia de trabalho.
Não me arrependo de ter saído, o estresse foi tanto durante esses três dias que tive que suspender a diminuição dos remédios que meu psiquiatra havia recomendado. Me doeu muito o fato de ter pedido conta, me fez lembrar de quando eu pedi conta do meu estágio e o quão decepcionante aquilo foi para mim na época.
Algumas semanas se passaram e conheci uma garota que me seguia a anos no Instagram, ela era de uma igreja próxima ao meu bairro e eu fiquei maravilhado com ela, não só pela beleza mas por tantos projetos sociais que ela participava e a forma que ela se empenhava em estudar. Fui pegando intimidade com ela e quando percebi já conhecia todas as pessoas da casa dela e mais algumas de fora como o cunhado dela, algumas tias e amigos.
Perante a essa paixão minha ansiedade não se conteve novamente e eu acabei dizendo a ela bem precoce que gostava dela, ela parecia ter um certo interesse em mim, mas daqueles de ter uma noite divertida e parar naquilo. O resultado foi um fora que me desestruturou um pouco, eu segui firme participando da igreja e indo com ela em lugares que ambos frequentávamos, como por exemplo o clube. Certo dia falei novamente com ela que gostava dela e ela me revelou que estava disposta a me dar uma chance.
O resumo dessa história foram dois dias que saímos juntos, uma vez para o cinema e outra vez em uma parte histórica da cidade, foi lindo ambas as vezes, minha memória recorda e chega a doer. Parecia tudo ótimo, mas não era bem assim, eu me esforçava para ter a atenção dela, estava sempre fazendo coisas incríveis como bolando presentes feitos a mão, desenhos, textos, poesias, tenho um livro em produção e criei um personagem para ela, a ajudei a fazer trabalhos dela relacionados a tecnologia. Para piorar eu estava criando vinculo com o pessoal da igreja e eu estava sofrendo com ela, pois percebia que as pessoas que criei vinculo, inclusive da família dela me davam mais atenção do que ela própria.
Um dia, após sair com as amigas e me deixar no vácuo, houve uma confraternização na igreja, onde ela mal conversou comigo, ao final chamei ela para fazer algo e ela argumentou que estava cansada. Já estava chateado com a situação e acabei deixando os grupos da igreja, ela me procurou para saber o que se passava e se desculpar pela falta de atenção. Achei ser uma boa oportunidade para expor como eu estava me sentindo com tudo e tentar ver se podíamos melhorar, como ainda não namorávamos eu fui total simples nas palavras e sutil, falei nada que pudesse soar como um compromentimento ou autoridade sobre ela.
Ela levou mais de 14 horas para me responder, e bem, a resposta foi um fora. Eu não estava surpreso com a resposta, porém fiquei arrasado, isso aconteceu ontem no Domingo (15/12/2019), fiquei sem rumo pois sou muito sentimental e não vejo como continuar frequentando a igreja sem alimentar um desejo ou mágoa por ela, fazendo com que aquele alicerce de pessoas que eu estava criando naquele lugar desmoronasse.
Para piorar sou frustrado profissionalmente, por não ter muita experiência em estágios não consegui atuar na minha área, meu pai é uma pessoa que possui certo dinheiro, porém tenho 24 anos e não acho que seja obrigação dele financiar uma faculdade para mim (até por isso estudei para conseguir bolsa na primeira), meu plano seria juntar dinheiro e começar outra faculdade para poder estagiar e adquirir experiência na minha área (não necessáriamente formar no curso, queria experiência do estágio e assim que me tornar um profissional Jr. trancar o curso e partir para uma pós graduação).
Para isso me sujeitei a trabalhar de faz-tudo numa fábrica de camisas, sendo que o final e início de ano são as épocas de maior fluxo de venda da empresa. Estou trabalhando de auxiliar administrativo, estoquista, vendedor, vendedor de e-commerce e as vezes até´mexo com algo de programação. Me sinto infeliz neste lugar, o salário não é bom, as condições de trabalho não são boas e o único benefício é o vale transporte em dinheiro. Sinto grande ansiedade no trabalho, o tempo parece arrastar, o trabalho parecer ser árduo e a fábrica fica em um lugar de classe baixa da cidade, o que me dá uma sensação de insegurança.
Não consigo me desligar no trabalho em casa, nem nos finais de semana, pensamentos da síndrome do pânico me atormentam, penso que um dia meus pais vão morrer, que eu irei morrer e isso fica me martelando de uma forma ruim. Penso na menina, nos poucos momentos bons que tivemos e no que me sujeitei a fazer por ela, penso nos meus amigos da igreja (para piorar a dona da empresa é da igreja e fica tocando músicas da igreja no meu trabalho o que me faz lembrar dela, as pessoas também ficam me dizendo que me viram na igreja ou em fotos da mesma em redes sociais).
Fico me perguntando se o meu problema é trabalhar, se eu não levo jeito para isso e obviamente fico péssimo pensando nisso porque trabalhar é o mínimo da dignidade, todo mundo quer trabalhar para ter seu dinheiro de forma digna (exclui-se meliantes desse comentário). E tudo isso citado me atinge enquanto estou trabalhando.
Meu sonho é ter paz mental, conseguir parar de tomar meus remédios, me tornar um bom profissional sem que o emprego pareceça uma grande tortura (inclusive estudei muito até entrar nesse trabalho para ficar fera no básico de programação front-end), e viver, sem me preocupar tanto em quando e como vou morrer, já que isso é algo natural e sem escapatória, ser independente para me sentir seguro comigo mesmo.
Este é um grande texto, iniciado as 10:00 mas terminado agora, pois me pegaram escrevendo ele no emprego e fui chamado àtenção. Senti a necessidade de colocar minha vida para fora, de alguma forma tenho a necessidade de me expor para as pessoas, não sei de onde desenvolvi isso e acho prejudicial... Mas aqui posso fazer de forma anônima.
submitted by lilvalgreen to desabafos [link] [comments]


2019.11.13 11:42 subreddit_stats Subreddit Stats: portugal top posts from 2015-05-16 to 2019-11-12 14:00 PDT

Period: 1640.75 days
Submissions Comments
Total 998 83599
Rate (per day) 0.61 50.93
Unique Redditors 690 10624
Combined Score 595871 729932

Top Submitters' Top Submissions

  1. 8791 points, 1 submission: ruisao
    1. Somos Campeões, vamos meter a nossa bandeira na frontpage! (8791 points, 539 comments)
  2. 7333 points, 13 submissions: ForeverJamon
    1. Quando queres fazer um bolo mas tens... (1118 points, 59 comments)
    2. Também queria partilhar um meme (1095 points, 49 comments)
    3. Quando vos acontece isto, o que é que fazem? (887 points, 166 comments)
    4. I lack the success to make a good title (751 points, 48 comments)
    5. Coisa mai linda (524 points, 26 comments)
    6. [Receita] Happy 4/20! (459 points, 114 comments)
    7. Tinder em Portugal (x-post from /tinder) (429 points, 277 comments)
    8. Imagem do windows de hoje. Coisa mai linda! (406 points, 42 comments)
    9. Finalmente, aqui está a receita dos lanches. (382 points, 88 comments)
    10. "Chefe, fiz merda" (337 points, 83 comments)
  3. 6521 points, 8 submissions: the_bread_code
    1. Took a pastel de nata baking course and made those (1159 points, 77 comments)
    2. A German attempt at baking broa (993 points, 115 comments)
    3. Broa de milho from start to finish (846 points, 35 comments)
    4. Homemade Pastel de Nata (817 points, 78 comments)
    5. Hello Portugal (791 points, 34 comments)
    6. Broa de milho antes de cozer (770 points, 27 comments)
    7. Made some broa de milho with sourdough (652 points, 94 comments)
    8. Grandma asked to bake an alemaõ bread to remember her times when she was an immigrant in Germany. I made the German Graubrot, similar to broa de milho. (493 points, 55 comments)
  4. 6324 points, 8 submissions: aguadovimeiro
    1. The fucking of the french - 2016, colorized (1501 points, 46 comments)
    2. Somos Campeões do Mundo em Hóquei em Patins! (995 points, 83 comments)
    3. Há 50 anos era assim que se promovia o peixe congelado na RTP (780 points, 52 comments)
    4. Movimento anti-Costa (772 points, 63 comments)
    5. Isto do surf está na hora da morte... (660 points, 37 comments)
    6. Colocar o crl... (653 points, 29 comments)
    7. Estava a pesquisar informações sobre um número que me havia ligado quando encontrei este comentário... (506 points, 20 comments)
    8. 0% ingredientes australianos. (457 points, 56 comments)
  5. 5145 points, 7 submissions: John-florencio
    1. Buraco negro visto através de um telescópio português! Incrível. (1862 points, 48 comments)
    2. Sou artista/ilustrador e venho mostrar o meu trabalho :) (865 points, 166 comments)
    3. Tenho feito estas ilustrações tradicionais para descansar do pc... eu divirto-me bastante a criar estas pequenas histórias! Mais nos comments. (678 points, 91 comments)
    4. Olá pessoal, vocês lembram-se desta imagem que partilhei aqui? Fiz uma uma campanha em alguns threads relacionados com o meu trabalho, e porque não fazer no Portugal também? Dou o ficheiro em alta resolução para fazerem um print (7k a 300dpi). ver comments para download. (596 points, 47 comments)
    5. Como retiro inspiração das mais peculiares pessoas da minha aldeia e do ambiente onde vivo para gerar pequenas histórias. Ver comentários se quiserem saber mais :) (439 points, 28 comments)
    6. CCCAPBCAD- Comité científico para a compreensão e análise das pessoas que bebem café antes de dormir. como sugerido por um user deste sub vou fazeou pelo menos tentar) um post semanal com estes velhotes. (392 points, 48 comments)
    7. Malta, partilho convosco a minha primeira banda desenhada, para um cliente na América, o que acham? (313 points, 112 comments)
  6. 5011 points, 10 submissions: MeltzerIsMyDaddy
    1. Quem quer namorar com o S̷̜̱̬̺͓͖͛̍́̿̽͠r̶̛̜͙̟̘̪̀̍̋͋̔̄͝.̶̳͓̯̰͎̠̎͜ͅ ̵̱͈̩̅͒̾̿͒́͠E̸̻͖̯̲̘͗̌͂͂͆̂̋͛͋͘n̷̻̥̽̋̍̀̄̀g̶̛̗̲̣̙͑̎́̌̍̚e̸̡̮̣̻͉̼̔̔͘n̶̛͈̯̝̺̊͋͋́͐̽̾͜͝h̸̟̰̣̞̝̱͖̒̈́͋e̶̺̜̪̍́̀͌̿̊͗̽̚̕͜į̶͈͚̻͖̔̐͛̏͊̒̄̑͜ͅr̵̭̫̻͆̉̓͜o̸̢̮̳͖͔̊ Agricultor? (745 points, 32 comments)
    2. PSP alerta para novidade tecnológica nos carros (617 points, 81 comments)
    3. "Terminas-te o 9º. ano?" (588 points, 183 comments)
    4. Alta de Coimbra, década de 1930, Portugal (564 points, 66 comments)
    5. Sites de "Fake News" em Portugal (537 points, 250 comments)
    6. Spent the whole morning exploring Mosteiro dos Jerónimos, this natural hidden gem in Lisbon. Definitely the biggest surprise in the town in our opinion. (526 points, 60 comments)
    7. Um gajo a trabalhar... (400 points, 12 comments)
    8. Autocarro urbano espetou-se contra um talho em Viseu esta manhã (373 points, 92 comments)
    9. RTP1 - Era uma vez um cuco que não gostava de couves (347 points, 35 comments)
    10. Caminhos de Ferro da Beira Alta (1920) (314 points, 28 comments)
  7. 4554 points, 8 submissions: Jumpyer
    1. Porto, a cidade das gruas (755 points, 157 comments)
    2. Cuidado com o Miguel (706 points, 47 comments)
    3. O estagiário está com preguiça hoje (673 points, 57 comments)
    4. Quem estiver aborrecido com GoT, pode ver a versão tuga (660 points, 90 comments)
    5. O estagiário CM também queria participar no meme day (582 points, 12 comments)
    6. Manneken Pis vestido a rigor (424 points, 9 comments)
    7. Portugal faz hoje oficialmente 840 anos (392 points, 86 comments)
    8. Quando contas até 100 (362 points, 6 comments)
  8. 4523 points, 7 submissions: touny71
    1. Cristiano Ronaldo, viola portuguesa (1241 points, 91 comments)
    2. Turista brasileira salta do tabuleiro da ponte D. Luís.. Nua (638 points, 187 comments)
    3. Há 2 anos, 2 meses e 2 dias festejávamos assim. Obrigado Éder (621 points, 89 comments)
    4. Jorge Fonseca é sagra-se campeão Mundial de Judo -100kg! (599 points, 48 comments)
    5. Praça de touros na cratera de um vulcão. Graciosa, Açores (554 points, 74 comments)
    6. Faz hoje 1000 dias. Choremos um pouco (480 points, 51 comments)
    7. João Sousa e as meias-finais: “Estamos muito felizes, o trabalho duro compensa” (390 points, 15 comments)
  9. 4345 points, 9 submissions: utilizador
    1. Lisboa, terça-feira, 27 de Junho de 1933 - Adeptos do Sporting ouvem através do rádio o jogo entre Sporting CP [3] vs FC Porto [1], em Coimbra para o desempate das meias finais do Campeonato Nacional de Portugal. (627 points, 34 comments)
    2. Começando com o hino da Espanha. (606 points, 66 comments)
    3. Portugal in 1950 (591 points, 62 comments)
    4. tremendous effort (591 points, 73 comments)
    5. Entretanto, algures no Largo do Rato à porta da sede do PS. (494 points, 52 comments)
    6. para si, que é um homem... (432 points, 53 comments)
    7. Daniel Oliveira > eu adoro a Iniciativa Liberal. Quero vê-los a convencer os eleitores que ganham 700 euros que vão perder 100 euros de salário para pagar a nova taxa de IRS para que um tipo de que ganha cinco mil possa poupar mais de mil euros por mês. (...) (341 points, 566 comments)
    8. Alta definição (338 points, 34 comments)
    9. Olha o robot. É prò menino e prà menina. Olha o robot. Trabalha muito e gasta pouco. Olha o robot. É muito útil pra quem manda. Olha o RADAR... em caixa de cartão? A foto é de hoje! Avenida Santos e Castro. (325 points, 76 comments)
  10. 4016 points, 1 submission: Camarna
    1. Look who's coming to visit (4016 points, 71 comments)

Top Commenters

  1. 1Warrior4All (8596 points, 712 comments)
  2. AqueleHumano (6739 points, 303 comments)
  3. Numaeus (3986 points, 562 comments)
  4. ManoRocha (3915 points, 136 comments)
  5. NGramatical (3877 points, 971 comments)
  6. crabcarl (3479 points, 203 comments)
  7. ozzymustaine (3447 points, 169 comments)
  8. namny1 (3315 points, 93 comments)
  9. sup3rfm (3224 points, 180 comments)
  10. RiKoNnEcT (3093 points, 229 comments)

Top Submissions

  1. Somos Campeões, vamos meter a nossa bandeira na frontpage! by ruisao (8791 points, 539 comments)
  2. Look who's coming to visit by Camarna (4016 points, 71 comments)
  3. Esta montagem foi editada por mim. Demorou quase 4 meses fazer e agora está no Top 1 do subreddit oficial da Marvel. Surreal! by leunnam (2147 points, 348 comments)
  4. I was told to x-post this to this sub by LuNoZzy (2022 points, 128 comments)
  5. Pera... by VladTepesDraculea (1869 points, 67 comments)
  6. Buraco negro visto através de um telescópio português! Incrível. by John-florencio (1862 points, 48 comments)
  7. Tinha de ser dito by SamuelPuga (1811 points, 283 comments)
  8. Cansado das filas de embarque? by OperaRotas (1751 points, 43 comments)
  9. (desculpem não sei se é suposto pôr aqui xD) encontramos 7 cachorrinhos abandonados perto do campus de gambelas em Faro. Se houver alguém na zona que queira e que esteja disposto de adotar era agradecido. Muito obrigado :) by kiubysore (1625 points, 59 comments)
  10. Ninguém avisou a gaivota que hoje é feriado by heldermendes (1621 points, 37 comments)

Top Comments

  1. 833 points: AqueleHumano's comment in Quero chibar-me às finanças. Serei doido?
  2. 657 points: Greatmambojambo's comment in Somos Campeões, vamos meter a nossa bandeira na frontpage!
  3. 629 points: maryjtobasco's comment in Foi para isto que se fez o 25 de Abril
  4. 627 points: taikoubou_'s comment in Turista brasileira salta do tabuleiro da ponte D. Luís.. Nua
  5. 602 points: MLG-Sheep's comment in Porque é que os redditors neste sub são tão cínicos?
  6. 592 points: Numaeus's comment in Visto que desperdiçámos a palavra autocarro com os autocarros o que vamos chamar aos carros que se conduzirem sozinhos?
  7. 530 points: SpinN20's comment in The Disappearance of Madeleine McCann Official Trailer [HD] Netflix
  8. 519 points: ozzymustaine's comment in A German attempt at baking broa
  9. 510 points: Saboni's comment in Somos Campeões, vamos meter a nossa bandeira na frontpage!
  10. 489 points: TTRO's comment in Quando dedicas um tempinho a ajudar os teus novos vizinhos da frente que ficaram fechados fora de casa
Generated with BBoe's Subreddit Stats
submitted by subreddit_stats to subreddit_stats [link] [comments]


2017.02.15 22:01 Scalira Right Where It Belongs

THROW ME IN THE LANDFILL
Havia sete anos que Mick Rory não ateava fogo a nada.
Havia jurado pelo sangue de sua mãe não começar um incêndio outra vez, não importando a beleza das chamas deflagradas a beijar e retorcer a madeira. Ou o quão bonito era vê-las crescer, uma força em si mesmas, um inferno calcinante que não deixava nada em seu caminho; vibrantes como a vida e impiedosas como a morte. Havia jurado por Leonard, o garoto que conhecera trinta anos antes no reformatório e que precisara salvar de ser esfaqueado até a morte, e com quem crescera contando estórias no meio-fio de uma estrada, bicicletas jogadas a um lado, ignorando que Lenny trazia um olho roxo e que rir, para ele, doía. Leonard, dos planos infalíveis e do sorriso gatuno que lhe fazia acreditar que tudo daria certo, no fim. Dos olhos frios, das emoções reclusas, o garoto Snart que não deixava ninguém chegar perto demais para ver o que havia por trás de suas barreiras de gelo, por trás de suas defesas tão bem construídas.
Jurou pelo mesmo Leonard que chorou à sua hospitalização.
Mick não tinha como saber com certeza.
Havia começado como sempre começa: uma chama inocente queimando em algum lugar; uma faísca. E Rory a alimentara para vê-la crescer e consumir e devorar: uma deusa dourada, implacável e cruel, verdadeira e justa. Ela o chamava, o convidava a descobrir os segredos do universo, aqueles segredos sussurrados apenas na sabedoria do fogo e, oh!, ele os queria descobrir. Os sons calavam quando o fogo falava e tudo ao redor – a casa rangendo, as vigas retorcidas, o teto desabando – nada disso importava, nada disso valia se o fogo apenas dissesse que o queria, chamasse seu nome...
Estava engolido nas chamas quando Leonard voltou por ele.
Estavam no meio de algo importante, não estavam? Mick já não conseguia se lembrar o que era. Tantos anos de vida no crime tornavam difícil distinguir os roubos pequenos dos grandes, os assaltos a mão armada dos intrincados planos milionários e com o fogo tão perto, tão quente e tão gentil, Rory não conseguia sequer lembrar-se de onde estavam. Alguém gritou que não deviam ter chamado o incendiário; uma voz tão fraca que implicava distância e pés fugidios que se afastavam do prédio, mas não os de Leonard. Os de Leonard faziam o caminho inverso, para longe da segurança e da noite clara e fumarenta e para dentro do inferno e do fogo, querentes de levar Mick com eles.
— Mick! — O ouviu gritar, não pela primeira vez. Mas o som era tão distante, tão fraco e irrisório frente ao estalar das chamas que não se voltou para vê-lo — Mick, nós temos que ir! Mick!
Outra noite Mick teria ouvido. Se as mãos de Leonard – aquelas mãos enluvadas, finas demais para esses trabalhos – o houvessem conseguido alcançar, Mick teria ouvido. Só que as chamas o engoliam em uma miríade, uma torrente, um paraíso de labaredas dançantes e sedutoras que se postavam entre ele e Lenny. Mick não podia ser alcançado. Não podia ser detido. As chamas o consumiriam e – deus, ele não negava – a morte seria bem-vinda.
Em algum momento, a voz de Lenny calou. Em algum momento, a escuridão o tragou. Em algum momento, as chamas cessaram.
Não esperava acordar.
Passou dias em tratamento intensivo. Quando foi finalmente movido a um quarto não recobrou a consciência. Foram semanas entre a realidade e a ilusão, o sonho e o desespero, alucinando na tênue linha da mortal eternidade. Mais de uma vez pensou-se morto; a voz canora de sua mãe o chamava de filho e o convidava a ir para casa. Tantos anos perdido e agora finalmente encontrava o caminho de volta – era questão de seguir e aceitar. Mas noite dessas ouviu um soluço. Um soluço que pedia para ser perdoado, que pedia desculpas, que chorava em seu leito. Na junta do pescoço com o ombro, sentiu suas lágrimas. Elas trilhavam um caminho salgado nuca abaixo e era o único gosto de realidade que este sonho ainda tinha.
— Mick — Naquela voz roubada de Lenny, quebrada de choro — Mick, eu sinto tanto.
E aquela ilusão não convencia porque Lenny jamais pediria desculpas – jamais teria pelo que se desculpar. Tudo o que fizera, todos esses anos, fora salvar Mick do inferno de ser quem era. Trazer à sua vida o mínimo de normalidade. Lenny era uma constante, uma luz em meio a tormenta de se estar perdido sem saber de onde viera ou para onde iria. Leonard o fez sentir-se como parte de algo outra vez e Mick não se sentia assim desde a infância, vivendo em uma cidadezinha campestre a oeste da civilização. Embora as memórias deste tempo não estivessem exatamente lá, uma parte de si se lembrava amado e querido. Lembrava, também, de ter uma família e de ser mais do que empecilho ou ferramenta; lembrava de pertencer e do calor dos abraços, dos afagos e dos beijos, das noites embaladas de estórias e da afeição incontida. Por que Leonard se desculparia por ser sua família?
— Mick, eu sempre... — E as palavras sussurradas só para ele ouvir eram sonho e fantasia, eram delírio e pesadelo, eram tudo o que Mick sempre quisera e mais do que podia aceitar e este Leonard era utopia que selava o que tinham de um jeito que nenhum dos dois jamais se atreveu.
Mick nunca teve como saber com certeza que aquela noite não fora um delírio. Que Leonard Snart, o próprio, viera ao seu leito e chorara por ele por pensar-se culpado de alguma mágoa só sua. Mick jamais soube, mas a lembrança desta noite – sonho ou realidade – fê-lo prometer que nada daquilo se repetiria, mesmo que implicasse se afastar para não ferir; dar as costas ao bando de Leonard sem dizer para onde ia, incapaz de crer-se estável o bastante e controlado o bastante para deter-se diante das chamas. E se tivesse que escolher entre Leonard e o fogo, não estava bem certo do que escolheria. Para viver consigo, debaixo daquela casca de corpo onde deveria ter um homem, Mick deu-lhe as costas e não olhou para trás. Leonard não o procurou.
Sete anos e as coisas continuavam iguais.
Controlar a vontade do fogo não foi fácil.
Esses anos todos foram repletos de remédios e terapia, visitas psiquiátricas e duras observações. Os grupos de apoio – Mick pagou com a língua por rir dos imbecis que a eles se juntavam – foram, talvez, a mais útil das medidas que tomara. Saber-se junto de outros seus iguais ajudava. Aplacava essa voz insistente e ranzinza, gritando que era um doido; um psicótico que, como o fogo, só era capaz de calcinar e destruir, deixando nada além de cinzas por onde quer que passasse.
Foi difícil aceitar que não teria a companhia das chamas outra vez.
Não foram poucas as vezes que se viu em recaída olhando para labaredas que subiam e estalavam e beijavam e mordiam. Embora os fogos jamais tenham saído de controle, a pontada de culpa logo virava maré e mar em ressaca e Mick se via à deriva nessas águas de autocomiseração.
Toda vez que se olhava no espelho – e ele se forçava a se encarar no espelho, a camisa puxada acima dos ombros para ver os estragos – tinha de ver os ombros e as costas lavrados de cicatrizes; marcas fundas na pele que se arrastavam para todos os lados como um polvo cujos tentáculos jamais se esticariam o bastante para naufragar navios no mar branco de suas costas. O horror que o fogo deixara manchara para sempre sua carne e sua vida.
Uma parte sua gritava que essa era sua verdadeira natureza: monstruosa, deformada, tingida pelas chamas que tanto amava e a que se entregaria sem pensar, consumido na abençoada inconsciência que o fogo traria. Mas outra parte – o todo de quem era – tinha de se lembrar que não era por ele. Era por Leonard. Porque aquelas marcas poderiam muito bem não ter acabado em seu corpo, mas em Leonard. O mesmo Leonard que se orgulhava da pele macia, das mãos finas de gentleman, da beleza que traía o fosso onde crescera com seu pai e irmã. Aquelas marcas do fogo poderiam ter-lhe tomado a vida, a forma, o corpo e a carne; incinera-lo a uma massa pútrida e informe a ser deixada para trás para ser reconhecida pelos dentes. E teria que suportar Lisa olhando para ele – para aquilo que restara do irmão – e erguendo os olhos de princesa para encará-lo com raiva, com ódio, com as chamas do fogo gritando vingança.
Todas as vezes que se via no espelho Mick Rory se forçava a ver este cenário, vivo como uma brasa que queimasse em sua mente e por trás de suas retinas. E todas as vezes que baixava a camiseta estava resoluto a seguir em frente mais um dia.
Fugiu para algum lugar da boa e velha América, para uma dessas cidades sem nome que malmente figuram em um mapa. Bom lugar para permanecer de tocaia, para esperar a poeira baixar até que as coisas se acertassem outra vez, para largar-se com as costas no chão e os pés para cima até seu cheiro desaparecer na poeira da estrada. Mas este era seu passado falando; um Mick Rory que não existia mais.
As coisas nunca se acertariam outra vez.
Este lugar era agora sua casa, inda que lar fosse uma palavra que não usaria de novo. Não era amado, tampouco temido. Os anos que ali vivera o tornaram uma constante dessa cidadezinha; um membro que era pouco mais que figuração, parte da paisagem, rotina. Tinha um emprego medíocre numa oficina mecânica e se comprazia em dar ofício às mãos. Quando elas trabalhavam, calejadas e sujas de graxa, a mente se ocupava dos detalhes e das peças, das engrenagens e dos parafusos e se afastava da escuridão que gritava pelas chamas.
Os dias passavam indiscerníveis e iguais. Era uma existência monótona, preto e branca, tão diferente dos tempos efervescentes que passara com os Snarts e seu bando. Volta e meia se pegava pensando naqueles roubos, nas expressões aparvalhadas da polícia, na pilhagem e nos espólios e ria sozinho. Seus colegas o tomavam por louco – e como estavam certos, mas pelas razões erradas! –: o imbecil musculoso que dava para falar sozinho e rir por motivo nenhum. Mick deixava que pensassem o que quisessem. Leonard o havia convencido, tantos anos antes, dos benefícios de ser subestimado e de passar despercebido.
— Ei, grandão! — Porque nesse lugar esquecido por deus ele não tinha um nome. Era “o grandão”, “você aí”, “o cara lá”. Tudo certo. — Tem alguém procurando por você!
E lá nos fundos da oficina estava Leonard Snart, o próprio, bem do jeito que Mick lembrava.
Após sete anos no escuro, Mick Rory viu as chamas outra vez.

Leonard Snart era um homem de palavra.
Ele não acreditava em deixar um dos seus para trás, muito menos em trair a confiança que lhe fosse imposta. Não eram muitas as pessoas que mereciam seu apreço e estas poucas com quem se importava eram aquelas que protegia. Leonard sabia que, em sua linha de trabalho, aqueles que você ama são sempre usados contra você; as únicas coisas que podem te ferir são as dores causadas àqueles por quem você daria a vida. Mas não se importar era a mesma coisa que não estar vivo. Lenny preferia os riscos desta afeição a uma existência vazia que não se perdoaria viver.
Assim, quando Mick Rory deu baixa no hospital – o mesmo hospital para onde Leonard o havia arrastado num desespero de que nem bem se lembrava; o hospital que tivera de pagar do próprio bolso, arrumando um emprego de fachada – e decidiu por conta que não iria voltar com eles, mas sim partir para sabe deus onde, Leonard teve que engolir o orgulho e a honra e todas as bonitas palavras ensaiadas que o fariam ficar. Teve de medir sua paciência e impedir-se de fazer algo de que se arrependeria. Teve de respirar e forçar-se a encontrar a calma; um lugar dentro de si para onde ia para esquecer de quem era. Teve de fechar os olhos e saber que era melhor assim.
Quando Mick partiu Leonard não o procurou.
Havia algo naquelas costas que sumiam na distância que diziam que essa vez não era como as outras. Que Mick não voltaria com um sorriso vagabundo e um ar de cachorro abandonado, nem que Leonard devesse procura-lo e consertar fosse lá o que houvessem quebrado. Len tentava esquecer que talvez fossem as cicatrizes – aquelas fundas e feias cicatrizes que carcomiam a carne e que rajavam os ombros e que despontavam mesmo das mangas longas dos casacos. Tentava esquecer que talvez fosse o fogo, talvez fossem as chamas, talvez fosse um chamado. E tentava esquecer que Mick Rory não voltaria atrás naquela decisão.
Melhor assim, era o mantra repetido para se convencer de que não falhara com Mick. De que não fora sua culpa as coisas terem chegado tão longe. De que não fora preciso que um dos dois quase morresse para verem que não podiam seguir em frente, não assim. Melhor assim. E tinha que se forçar a engolir essa sensação de que estava deixando Mick para morrer, como um gato velho demais e doente demais que se afasta de casa para perecer sozinho.
Os trabalhos foram surpreendentemente bons ao longo dos anos.
Leonard sabia que não ter Mick por perto tinha lá suas vantagens.
Para começar, era muito mais fácil pensar sem tê-lo por perto. Era fácil planejar seus golpes sem se preocupar se Rory conseguiria manter-se sob controle, se conseguiriam entrar e sair sem serem vistos ou se acabariam o dia engolidos em chamas. Era menos estressante; fazia bem não ter que olhar sempre atrás de si e procura-lo, não ter que se preocupar com ninguém além de si próprio durante um assalto. Mas o preço que Leonard havia pago não compensava o lucro dos ganhos. Era Lisa quem apontava as olheiras, frutos de noites mal dormidas. E resmungava por serem dois idiotas, um mais cabeça dura que o outro.
— Ele não quer ser encontrado, Lisie — Falou certa feita. Erguia os olhos das plantas dos prédios que estudava antes de haver cochilado.
— O que não quer dizer que você não deva ir atrás dele.
E aquela foi sua última palavra sobre o assunto.
Len, sendo o sujeito racional que era, teve de analisar todo prospecto possível que a situação exigia. Se – e era um grande “se” – voltasse por Mick, como as coisas seriam entre eles, então? Ele tinha de saber-se mais confiável; saber que impediria o outro caso a situação fosse outra vez tão extrema. Os pesadelos, mesmo passado anos, se repetiam iguais. Eram cacofonias de gritos e fogo e o estalar e ranger da madeira. Lembrava de acreditar que o arrastava morto para fora da casa, desesperado demais para qualquer outra coisa que não agir por impulso. De jogá-lo para dentro do carro e deixar joias e dinheiro para trás, pouco se importando se era o lucro de uma vida e todo o trabalho pelo que haviam sofrido e trabalhado e que as chamas engoliam. Não havia pedido por uma ambulância porque se acreditara sem tempo. Estivesse acordado, Mick reclamaria por Lenny estar dirigindo. Estivesse acordado, Len jamais tocaria o volante. Mas Mick não estava acordado e não iria acordar e Len precisava dirigir – e, droga, dirija! Milagre terem chegado ao hospital inteiros. Milagre, também, Mick ter vivido para contar aquela história. E Leonard o deixou ir porque não suportava a ideia de não poder protege-lo; de ter que vê-lo morrer diante dos seus olhos, ao alcance das mãos, mas ainda assim tão longe.
Levou tempo para aceitar que tinha tanto medo de ferir-se como tinha medo de feri-lo.
Quando se aquietou com a situação teve de tomar coragem para encontra-lo de novo. Sabia que Mick não o culpava, mas isso não tornava as coisas mais simples. Havia essa sensação enredada no estômago que lembrava uma ânsia; um nervosismo mal dissimulado da culpa auto infligida.
— Vá vê-lo, Leonard. — Lisa só o chamava de Leonard quando a coisa era mesmo séria — Ele vai gostar de te ver.
A isso Leonard havia sorrido como quem duvida, mas as sobrancelhas da irmã o repreendiam e o desafiavam a dizer o contrário. Vencido, Leonard Snart fez as malas para o interior, sem saber que o destino tem seu próprio jeito de brincar com a vida das pessoas. Estava de passagem comprada quando a voz de Lewis Snart o assaltou no telefone:
— Ei, rapagão — O tom, o timbre, a voz que lhe embrulhava o estômago — Estava na cidade, então pensei: por que não ligar, não é? Não é isso o que quer dizer família?
Mas Lewis Snart não era sua família desde que Leonard se lembrava.
Seu pai, Lewis, havia sido um policial, mas havia sido há muito tempo. Isso antes de aceitar os subornos e as rondas ilícitas e cair nas graças da máfia e das famiglias. Só que era um criminoso de raia miúda, desleixado e arrogante, crente de ser melhor e mais esperto do que a polícia onde trabalhava. Apenas sua cegueira insolente não via que era o mais medíocre dentre os ladrões; que seus trabalhos e serviços eram desimportantes o bastante para não serem notados, indignos de confiança e desdenhados por qualquer outro que não ele. Não, não ele, ansioso como um cão atrás de um osso, mas nojento e pérfido como um rato. Nenhum dos figurões do crime o levava a sério, mesmo que fosse sempre bom ter um ou dois tiras no bolso.
Quando pego, Lewis deu nomes que ninguém rastreou. Falou de pessoas que nunca existiram. Dedurou colegas e ligações que ninguém se importou em checar. E, quando solto sem patente ou distintivo, procurou as famílias jurando não ter aberto o bico nem dito palavra. Um larápio mais inocente acreditaria. Não foi nem preciso forçar as condições de sua prisão: ele tinha o péssimo hábito de não ser bom em nada e de entrar em seu próprio caminho. O incumbiram do roubo de uma esmeralda tão grande quanto o punho de um homem e Lewis Snart foi pego em flagrante. Resistira à prisão. Ofendera os oficiais. Ficara preso cinco anos até sua soltura e o tempo que lá passara acabaram por transformar em escória o que já era um homem podre.
Virou um bêbado incorrigível. Para esquecer, ele dizia. Esquecer que tinha uma família inútil que o arrastava; três bocas para alimentar que nada faziam além de pedir, reclamar e cobrar. Deus, dia desses se tivesse uma arma ele faria por merecer esses anos na cadeia. E deixava isso claro todas as vezes que batia na esposa. Que porcaria de comida era aquela, afinal? Ele se matava nas ruas para conseguir pôr comida na mesa e, quando o fazia, ela cozinhava o regurgito de um gato? A puta precisava apanhar para saber que o lugar dela era com a barriga colada no forno ou as pernas abertas na cama. E batia nos menores pelos gritos, pelo choro. Até pelas risadas baixas que dessem enquanto ele próprio dormia. Esses diabos tinham que aprender a respeitar o santo sono de um homem. Lenny e a irmã iam dormir aos prantos com o lombo ardendo das varadas e do açoite. Certa vez passara as mãos de Leonard a ferro quanto o molequinho tentou pegar seu troco da venda. Um dólar e setenta, para um sorvete. Tinha que aprender a não foder com ele. E não era tudo uma lição agora? Batia neles para que aprendessem a calar a boca, para aprenderem respeito, para abaixarem a cabeça e aceitar.
Dia daqueles a mulher fugiu sem os filhos. Deixou-os para trás no desespero de ver-se livre do marido. Talvez tenha crido que ele a acusaria de sequestro, de leva-los contra sua vontade. Fosse como fosse, nunca voltou para busca-los nem nunca olhou para trás para lembrar-se de que tinha família.
Leonard cresceu sendo o escudo da irmã. A pequena Lisie, tanto tempo mais nova, fora a única alegria que seus pais o deixaram. Seu sorriso de menina e risinho cristalino eram doces como o orvalho e Leonard se embevecia deles para esquecer a vida miserável que tinha. Quando os tapas e o açoite eram demais durante o dia, Lenny se achegava a ela de noite e lhe contava estórias. De princesas e dragões e de finais felizes. Ela apertava a sua mão e beijava sua bochecha e, escondido no escuro, Leonard chorava quieto para não desperta-la.
Jurou protege-la. Durante todos os anos que cresceram com aquela pobre desculpa de pai, Leonard cumpriu sua promessa. Não deixava que o homem relasse nela suas mãos. Sempre que bebia e parecia que sua ira explodiria em um dos dois, Leonard fazia questão de ser este um. Sempre ao alcance de seus tapas e de seus socos e sempre distante de Lisie. O mais que podia, pedia para que ela ficasse em seu quarto e não tivesse que ver nada que não queria. Sendo boa menina, ela obedecia. Pedia que ficasse quietinha. Pedia que fosse boazinha. E Lisie era boazinha e quieta mesmo quando as vozes erguiam oitavas e coisas voavam pela casa. Não dizia palavra nem mesmo quando seu irmão voltava para o quarto tingido de roxo, vermelho e do evanescente amarelo de abrasões que não tinham tempo de curar antes de serem cobertas por outras novas.
— Diz logo o que quer e desliga.
— Vai com calma aí, rapaz. Não erga a voz para o seu pai.
Os dedos se juntaram na ponte do nariz. Uma dor de cabeça surda surgiu de lugar nenhum.
— Mas já que quer saber, talvez eu precise de ajuda num trabalho importante.
— Não.
— Eu não diria que você está em posição de recusar. Diga olá pra ele, querida.
— Lenny! — A voz de Lisie gritou ao telefone — Lenny, não faça nada do que ele pedir, eu vou ficar bem, Len- hmmph-
— Cale essa boca, acho que ele já entendeu — O sorriso palpável do outro lado da linha — Não é, Lenny? Vai querer ajudar seu velho pai?
Leonard não teve como dizer não. Teve, também, de ver o ônibus chegar e partir enquanto ficava com os pés presos na estação.

[ Bom gente, é isso. Fim do primeiro capítulo, BUT- tem mais. Bem mais. Mas queria saber aí a opinião de vocês, porque é :'3 ]
submitted by Scalira to EscritoresBrasil [link] [comments]


COMO CONVENCER SUA MÃE A DEIXAR VOCÊ SAIR COM SUA AMIGA ... Como Criar Desejo Nas Mulheres Como CONQUISTAR UMA MULHER DIFICIL: Aprenda como deixar ... COMO FAZER ELA TOPAR NAMORAR COM VOCÊ/ Responde perguntas 12 SINAIS de que ELA ta AFIM de VOCÊ - Viih Silper TRUQUE PARA FAZER UMA MULHER IR PARA CAMA COM VOCÊ - YouTube COMO CONVENCER UMA GAROTA A MOSTRA A SUA(CALCINHA) COMO CONQUISTAR UMA MENINA?! - YouTube RECEBA NUDE DE QUALQUER GAROTA KKK

3 Formas de Fazer Sua Mãe Dizer Sim Para Você - wikiHow

  1. COMO CONVENCER SUA MÃE A DEIXAR VOCÊ SAIR COM SUA AMIGA ...
  2. Como Criar Desejo Nas Mulheres
  3. Como CONQUISTAR UMA MULHER DIFICIL: Aprenda como deixar ...
  4. COMO FAZER ELA TOPAR NAMORAR COM VOCÊ/ Responde perguntas
  5. 12 SINAIS de que ELA ta AFIM de VOCÊ - Viih Silper
  6. TRUQUE PARA FAZER UMA MULHER IR PARA CAMA COM VOCÊ - YouTube
  7. COMO CONVENCER UMA GAROTA A MOSTRA A SUA(CALCINHA)
  8. COMO CONQUISTAR UMA MENINA?! - YouTube
  9. RECEBA NUDE DE QUALQUER GAROTA KKK

Uma delas que não foi comentada no vídeo é você perguntar para ela o porque ela fica com você, o que faz ela ficar contigo, e isso pode fazer você basicamente ter respostas de o porque ela ... Quer conquistar uma mulher que você já conhece? ACESSE: http://destruindoafriendozone.com.br ╠═════ LEIA A DESCRIÇÃO COMPLETA ... COMO CONSEGUIR NUDES DE QUEM VOCÊ QUISER DE UM MODO MUITO SIMPLES ... 8:06. 5 PASSOS PARA DEIXAR ALGUÉM VICIADO EM VOCÊ - Duration: 8 ... MÉTODO Para Conseguir NUDES de Uma Mulher ... espero que as dicas adiantem galeraaa!! caso vcs queiram mais vÍdeos assim, deixem aqui nos comentÁrios ok? nÃo esquece de mandar desafios! amo vocÊs!!! ️ __... Neste vídeo trouxe 12 sinais para saber quando uma menina ta afim de um menino. Então ja vai deixando o LIKE que esse vídeo vai te ajudar muito se você quer saber se a mina que você conversa ... TRUQUE TER EREÇÃO REGIDA E FAZER QUALQUER MULHER GOZAR COM 1 DEDO : http://bit.ly/metodobomdecamaSite: http://www.setimoamor.com.br Treinamento Presencial: h... Como Saber Se Ela Está Interessada Em Você - Duration: 7:36. Alphalife 648,143 views. ... 7 Regras Para Ter Uma Conversa Interessante - Duration: 6:27. Alphalife 643,072 views. No vídeo de hoje vamos mostrar como convencer sua mãe a deixar você sair e ir na casa da sua amiga Então já deixe seu like e se inscreva no canal :) ***FACEB... COMO CONVENCER UMA GAROTA A MOSTRA A SUA(CALCINHA) ... O humor é uma das chaves para a compreensão de culturas, religiões e costumes das sociedades num sentido amplo, sendo elemento vital da ...