Data casaram com mulheres

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Fandom antes de "A Dança dos Dragões"

2019.08.05 03:58 altovaliriano Fandom antes de "A Dança dos Dragões"

Link: https://bit.ly/2YJSOhS
Autora: Laura Miller
Título original: Just Write It!

[...] Embora “A Game of Thrones” não tenha sido inicialmente um sucesso, ele ganhou a defesa apaixonada de certos livreiros independentes, que o recomendaram aos seus clientes, que, por sua vez, empurravam cópias em seus amigos. Nasceu um corpo de seguidores, ainda que irregular. Parris McBride, esposa de Martin, relembra: “Quando George fez a primeira turnê de assinaturas da série, o gerente da Joseph-Beth Booksellers, em Kentucky, tinha quatrocentas pessoas esperando por ele. Algumas semanas depois, ele estava em St. Louis e ninguém apareceu para a assinatura.
Os dias em que ninguém aparecia procurando uma assinatura de Martin desapareceram há muito tempo. Em janeiro [de 2011], em uma aparição agendada às pressas na livraria Vroman, em Pasadena, centenas de fãs esperavam em uma linha que serpenteava pela loja. Eles apresentaram a Martin volumes de “As Crônicas de Gelo e Fogo” e trabalhos de seus primeiros anos como escritor de ficção científica, bem como com calendários, pôsteres, e-readers, revistas pulp amareladas e réplicas de espadas. Três jovens usavam camisetas feitas à mão com os brasões de seus clãs favoritos da série. Martin estava incansavelmente atento a seus suplicantes, incluindo o casal que lhe pediu para posar para uma foto com sua filha pequena, chamada Daenerys, em homenagem a uma de suas heroínas.
Martin já vendeu mais de quinze milhões de livros em todo o mundo, e seus leitores provavelmente se multiplicarão exponencialmente após o lançamento, neste mês, de "Game of Thrones", uma série da HBO baseada em "A Song of Ice and Fire". Ele se compromete a fomentar seu público, não importa quão grande ele se torne. "Cabe a um escritor ser bom para seus fãs", diz ele. Ele escreve um blog animado e, apesar de ter um assistente, Ty Franck, que analisa a multiplicidade de comentários publicados nele, o próprio Martin tenta ler muitos deles. Um fã na Suécia, Elio M. García Jr., mantém uma presença oficial para Martin no Facebook e no Twitter, e também dirige o principal fórum “Ice and Fire” da internet, Westeros.org. (Westeros é o nome do continente fictício que abriga os Sete Reinos.)
Quando Martin está viajando, o que é frequente, ele participa das reuniões da Brotherhood Without Banners, um fã-clube não oficial com ramos informais ao redor do mundo, e ele inclui seus fundadores e outros membros de longa data entre seus grandes amigos. Em muitos aspectos, ele é um modelo para autores contemporâneos confrontados com uma indústria editorial instável e um mercado fraturado. Anne Groell, editora da Martin na Random House, diz a seus autores: “Entrar em contato e construir comunidades com os leitores é a coisa mais importante que você pode fazer pelo seu livro hoje em dia. Você precisa fazer com que eles se sintam envolvidos em sua carreira. ”
[...]
McBride gosta de morar em Santa Fé - a área tem um “forte grupo de fãs”. Ela chama a comunidade de ficção científica de “minha tribo perfeita”. Com Martin, ela tentou incutir os costumes de sua geração de fãs na Brotherhood Without Banner. . A Irmandade, cujas origens remontam a uma convenção há dez anos na Filadélfia, não cobra uma taxa de associação nem tem uma estrutura organizacional definida. Qualquer coisa muito oficial, na opinião de McBride, "não é o jeito de ser do fã".
Na Irmandade, os encontros locais são chamados de assembleias [“moots”]. Na noite da assinatura do livro de Pasadena, uma assembleia foi realizada no quintal de uma casa em estilo espanhol na cidade. Os membros da fraternidade de tempos atrás se misturavam com os recém-chegados. Martin encostou-se ao corrimão de um deque, tomando cerveja e trocando anedotas sobre convenções anteriores.
Não há dúvida de como se sentem os membros da Irmandade sobre a longa espera por “A Dança dos Dragões”. Um grupo na festa respondeu com tremores de cabeça e exclamações de nojo quando Martin os informou: “Eu ainda estou recebendo e-mail de idiotas que me chamam de preguiçoso por não terminar o livro logo. Eles dizem: ‘É melhor você não dar uma de Jordan". Robert Jordan, cujo verdadeiro nome era James Oliver Rigney Jr., morreu de amiloidose em 2007, antes de finalizar a série "Wheel of Time". (Outro escritor, Brandon Sanderson, vai terminá-la). Martin disse que achou tais observações particularmente insensíveis: “Eu conhecia Jim, que é como seus amigos o chamavam. Ele era meu amigo.”
[...]
Vários veteranos me informaram sobre as tradições do grupo. Na primeira festa da Irmandade, em 2001, um folião embriagado (essa é uma galera que gosta de levantamento de copo) pediu que Martin o armasse cavaleiro. Martin disse: "Eu não posso te armar. Você ainda não saiu em uma missão!”. Quando seu peticionário implorou a Martin que inventasse uma, ele mandou o fã e vários outros em busca de sanduíches de queijo da Filadélfia [Philly Cheesesteak]. Quando eles voltaram com o prêmio, Martin apelidou o grupo de Cavaleiros do Cheesesteak. Então começou o costume de Martin mandar os fãs para fora no meio da noite com ordens de trazer comida de rua local. As buscas da Irmandade são uma versão mais suave de um trote de fraternidade, proporcionando à pessoas que têm em comum apenas um gosto literário particular experiências compartilhadas que as transformam em amigos.
Foi uma noite rápida e, enquanto nos aglomerávamos junto a uma lareira de barro, um fã chamado Erik Kluth relembrou o debate em Kansas City, onde foi feito cavaleiro. Martin ordenara a ele e a alguns outros fãs que pegassem pontas do peito tostadas. Mas no momento em que Martin emitiu seu decreto, os restaurantes fecharam. Em desespero, os fãs correram com o lixo deixado de fora de um estabelecimento. Por fim, os fãs tentaram eles mesmos cozinhar o prato, no estacionamento de uma farmácia. Martin ficou impressionado o bastante com o esforço para chamá-los de os Cavaleiros da Lixeira.
Eu também conheci Kim Ohara, uma mulher de fala mansa que tem sido um membro da Irmandade desde a primeira assembleia. Ela me disse que, mesmo em fóruns da Internet dedicados ao trabalho de Martin, grande parte da discussão não é sobre "As crônicas de Gelo e Fogo". "Você consegue conversar sobre os livros apenas por um tempo", disse ela. Uma vez que os fãs passam a se conhecer, o foco tende a mudar para as histórias de suas próprias vidas. Vários membros da Irmandade se casaram. Em certo caso, Martin ajudou um fã assinando um dos livros de “Gelo e Fogo” com uma notável inscrição: uma proposta de casamento para outro fã.
Elio García estima que passe até 35 horas por mês supervisionando Westeros.org, o site de discussão de “As Crônicas de Gelo e Fogo”. García, um cubano-americano, mudou-se para a Suécia para ficar com a namorada em 1999, no mesmo ano em que os dois fundaram a Westeros.org. Ela o apresentou à série de Martin, e ele logo compartilhou sua obsessão por isso. O site agora tem cerca de dezessete mil membros cadastrados. Apesar de seu apego aos livros, García não chegou a conhecer Martin ou outros fãs antes de 2005. “Eu nunca fui dessa coisa toda de convenções”, ele me disse. “Eu considero muitas dessas pessoas como amigos. Mas eles não são amigos físicos, vizinhos. São pessoas que conheço na Internet. ”
García é um super-fã. Seu conhecimento do mundo inventado de Martin é tão enciclopédico que o autor o dá como referência aos pesquisadores da HBO quando eles têm perguntas sobre a produção de “Game of Thrones”. Embora a participação de García em Westeros.org seja voluntária, seu envolvimento com o trabalho de Martin se tornou semi-profissional. Ele está sendo pago dar consultoria aos licenciadores criando merchandise editorial e escrever textos para um videogame baseado na série.
Ele e Martin estão colaborando em um guia abrangente para os livros, "O Mundo do Gelo e do Fogo". O próprio Martin às vezes verifica algo com García quando ele não tem certeza se ele está certo quanto a um determinado detalhe. Martin disse: "Eu escrevo algo e envio um e-mail a ele para perguntar: 'Já mencionei isso antes?' E ele me escreve de volta: ‘Sim, na página 17 do Livro Quatro’.”
[...]
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2019.02.06 04:29 orpheu272 Odisseia p.2

Fico feliz que todos estão aqui novamente!
Se você chegou aqui e ainda não leu a primeira parte, aconselho que o faça antes de entrar nessa jornada.
Aos que me acompanharam na primeira parte da Odisseia, saibam que estou extremamente feliz em tê-los novamente aqui. Nesse exato momento estou ao lado de cada um de vocês. Use os comentários para as dúvidas ou opiniões. Assim como vocês abriram suas casas para mim, estou aberto para ouvi-los.

Caixa de Pandora

Como eu já havia relatado, eu cresci em uma família de lados divergentes. A família do meu pai sempre visou o que as pessoas têm para oferecer, enquanto a família da minha mãe sempre prezou pela essência, sem se importar de que família ou o quanto valiosa é a sua conta no banco. Meu pai é filho de Gilvan Ferreira e Maria Arlete. Meu avô sempre trabalhou para dar o bom e o melhor para sua esposa e seus dois filhos (meu pai e minha tia). Ele vinha de 2 em duas semanas em casa, já que trabalhava no estado vizinho. Meu avô sempre foi um homem bom, mas de temperamento esquentado (lembro-me uma vez em que ele correu atrás de mim com um fio cortado da televisão que ele estava consertando - eu, obviamente, havia deixado ele bastante puto). Já a minha avó parecia a clássica mulher americana dos anos 70: sempre bem produzida, filhos impecáveis, e sempre pronta para receber as amigas. A rotina na casa da minha avó era sempre a mesma: pela manhã ela acordava, tomava um banho, enquanto isso a empregada entrava na casa e já preparava o café da manhã enquanto lavava a louça do jantar da noite anterior. Ao sair do banho, a mesa já estava pronta. Lécia, sua amiga de longa data, antes de ir trabalhar, passava na casa da minha avó para comer junto à ela. Por volta das 10:00 minha tia acordava, fazia o mesmo processo da minha avó, antes do transporte passar em sua casa para levá-la ao colégio em Natal. À tarde minha avó sentava na calçada, exceto nas sextas. Sexta era sagrado, era o momento em que suas amigas iam à sua casa para fazer as unhas. Elas chamavam a manicure de “estimação” delas. Ali todas ficavam por dentro das fofocas e faziam planos para o fim de semana. Essa era a rotina monótona, mas que minha avó amava e que ela sentiria muita falta anos mais tarde....
Uma das melhores amigas da minha avó estava nessa rodinha de unhas bem feitas e fofocas até altas horas. Era uma tabeliã, amava a companhia da minha avó e sempre estava em sua casa, afinal o cartório era uma rua de distância dali. Essa amiga da minha avó tinha uma filha que, inclusive, era a melhor amiga da minha tia - mesmo minha tia com apenas 12 anos na época, e a filha da amiga da minha avó com 20.
Sempre que havia festas na casa de minha avó, K (assim irei chamar a filha da tabeliã) estava presente. Minha tia, mesmo sendo uma criança, acabava bebendo, ouvindo histórias contadas por adultos e vivenciando aqueles momentos. A vida da minha tia era em torno daquelas pessoas, daquela atmosfera. Era um mundinho de compras, bebidas, viagens e um ambiente nada saudável para uma criança crescer, longe de pessoas de sua idade.
Nesse período, meus pais eram recém casados. Eles casaram cedo, aos 19 anos cada. Agora com 20, minha mãe trabalhava em uma escola como professora da Educação Infantil e meu pai em uma fábrica, afinal decidiu casar cedo e o meu avô não quisera bancar os estudos dele além do ensino médio. Minha mãe sempre que saia da escola, ia direto à casa de seus pais que ficava apenas algumas ruas de onde ela trabalhava. Meu pai trabalhava em uma fábrica que se localizava na divisa de Macaíba-Natal, mas sempre chegava primeiro que a minha mãe em casa. Antes de ir para casa, ele passava em minha avó. Às sextas era comum K e sua mãe estarem por lá.
K, 20 anos, solteira, melhor amiga de minha tia…
Não demorou muito e meu pai estava envolvido com essa mulher. Toda sexta ele ia direto para a casa da minha avó. Quase toda sexta ele saia mais cedo do trabalho - e ele levou advertências por isso! E o pior: a minha avó acobertava, ela sabia. Ela queria! Afinal, é mais vantajoso uma nora filha da tabeliã da cidade do que uma professora filha de costureira, não acham?
Pouco tempo depois a minha mãe descobriu. Foi a primeira grande decepção. Talvez um presságio que se ela tivesse prestado bem atenção, muita coisa teria sido evitada de lá para cá.
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2019.02.03 13:45 orpheu272 Odisseia p.2

Fico feliz que todos estão aqui novamente!
Se você chegou aqui e ainda não leu a primeira parte, aconselho que o faça antes de entrar nessa jornada.
Aos que me acompanharam na primeira parte da Odisseia, saibam que estou extremamente feliz em tê-los novamente aqui. Nesse exato momento estou ao lado de cada um de vocês. Use os comentários para as dúvidas ou opiniões. Assim como vocês abriram suas casas para mim, estou aberto para ouvi-los.

Caixa de Pandora

Como eu já havia relatado, eu cresci em uma família de lados divergentes. A família do meu pai sempre visou o que as pessoas têm para oferecer, enquanto a família da minha mãe sempre prezou pela essência, sem se importar de que família ou o quanto valiosa é a sua conta no banco. Meu pai é filho de Gilvan Ferreira e Maria Arlete. Meu avô sempre trabalhou para dar o bom e o melhor para sua esposa e seus dois filhos (meu pai e minha tia). Ele vinha de 2 em duas semanas em casa, já que trabalhava no estado vizinho. Meu avô sempre foi um homem bom, mas de temperamento esquentado (lembro-me uma vez em que ele correu atrás de mim com um fio cortado da televisão que ele estava consertando - eu, obviamente, havia deixado ele bastante puto). Já a minha avó parecia a clássica mulher americana dos anos 70: sempre bem produzida, filhos impecáveis, e sempre pronta para receber as amigas. A rotina na casa da minha avó era sempre a mesma: pela manhã ela acordava, tomava um banho, enquanto isso a empregada entrava na casa e já preparava o café da manhã enquanto lavava a louça do jantar da noite anterior. Ao sair do banho, a mesa já estava pronta. Lécia, sua amiga de longa data, antes de ir trabalhar, passava na casa da minha avó para comer junto à ela. Por volta das 10:00 minha tia acordava, fazia o mesmo processo da minha avó, antes do transporte passar em sua casa para levá-la ao colégio em Natal. À tarde minha avó sentava na calçada, exceto nas sextas. Sexta era sagrado, era o momento em que suas amigas iam à sua casa para fazer as unhas. Elas chamavam a manicure de “estimação” delas. Ali todas ficavam por dentro das fofocas e faziam planos para o fim de semana. Essa era a rotina monótona, mas que minha avó amava e que ela sentiria muita falta anos mais tarde....
Uma das melhores amigas da minha avó estava nessa rodinha de unhas bem feitas e fofocas até altas horas. Era uma tabeliã, amava a companhia da minha avó e sempre estava em sua casa, afinal o cartório era uma rua de distância dali. Essa amiga da minha avó tinha uma filha que, inclusive, era a melhor amiga da minha tia - mesmo minha tia com apenas 12 anos na época, e a filha da amiga da minha avó com 20.
Sempre que havia festas na casa de minha avó, K (assim irei chamar a filha da tabeliã) estava presente. Minha tia, mesmo sendo uma criança, acabava bebendo, ouvindo histórias contadas por adultos e vivenciando aqueles momentos. A vida da minha tia era em torno daquelas pessoas, daquela atmosfera. Era um mundinho de compras, bebidas, viagens e um ambiente nada saudável para uma criança crescer, longe de pessoas de sua idade.
Nesse período, meus pais eram recém casados. Eles casaram cedo, aos 19 anos cada. Agora com 20, minha mãe trabalhava em uma escola como professora da Educação Infantil e meu pai em uma fábrica, afinal decidiu casar cedo e o meu avô não quisera bancar os estudos dele além do ensino médio. Minha mãe sempre que saia da escola, ia direto à casa de seus pais que ficava apenas algumas ruas de onde ela trabalhava. Meu pai trabalhava em uma fábrica que se localizava na divisa de Macaíba-Natal, mas sempre chegava primeiro que a minha mãe em casa. Antes de ir para casa, ele passava em minha avó. Às sextas era comum K e sua mãe estarem por lá.
K, 20 anos, solteira, melhor amiga de minha tia…
Não demorou muito e meu pai estava envolvido com essa mulher. Toda sexta ele ia direto para a casa da minha avó. Quase toda sexta ele saia mais cedo do trabalho - e ele levou advertências por isso! E o pior: a minha avó acobertava, ela sabia. Ela queria! Afinal, é mais vantajoso uma nora filha da tabeliã da cidade do que uma professora filha de costureira, não acham?
Pouco tempo depois a minha mãe descobriu. Foi a primeira grande decepção. Talvez um presságio que se ela tivesse prestado bem atenção, muita coisa teria sido evitada de lá para cá.
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2019.02.03 13:44 orpheu272 Odisseia p.2

Fico feliz que todos estão aqui novamente!
Se você chegou aqui e ainda não leu a primeira parte, aconselho que o faça antes de entrar nessa jornada.
Aos que me acompanharam na primeira parte da Odisseia, saibam que estou extremamente feliz em tê-los novamente aqui. Nesse exato momento estou ao lado de cada um de vocês. Use os comentários para as dúvidas ou opiniões. Assim como vocês abriram suas casas para mim, estou aberto para ouvi-los.

Caixa de Pandora

Como eu já havia relatado, eu cresci em uma família de lados divergentes. A família do meu pai sempre visou o que as pessoas têm para oferecer, enquanto a família da minha mãe sempre prezou pela essência, sem se importar de que família ou o quanto valiosa é a sua conta no banco. Meu pai é filho de Gilvan Ferreira e Maria Arlete. Meu avô sempre trabalhou para dar o bom e o melhor para sua esposa e seus dois filhos (meu pai e minha tia). Ele vinha de 2 em duas semanas em casa, já que trabalhava no estado vizinho. Meu avô sempre foi um homem bom, mas de temperamento esquentado (lembro-me uma vez em que ele correu atrás de mim com um fio cortado da televisão que ele estava consertando - eu, obviamente, havia deixado ele bastante puto). Já a minha avó parecia a clássica mulher americana dos anos 70: sempre bem produzida, filhos impecáveis, e sempre pronta para receber as amigas. A rotina na casa da minha avó era sempre a mesma: pela manhã ela acordava, tomava um banho, enquanto isso a empregada entrava na casa e já preparava o café da manhã enquanto lavava a louça do jantar da noite anterior. Ao sair do banho, a mesa já estava pronta. Lécia, sua amiga de longa data, antes de ir trabalhar, passava na casa da minha avó para comer junto à ela. Por volta das 10:00 minha tia acordava, fazia o mesmo processo da minha avó, antes do transporte passar em sua casa para levá-la ao colégio em Natal. À tarde minha avó sentava na calçada, exceto nas sextas. Sexta era sagrado, era o momento em que suas amigas iam à sua casa para fazer as unhas. Elas chamavam a manicure de “estimação” delas. Ali todas ficavam por dentro das fofocas e faziam planos para o fim de semana. Essa era a rotina monótona, mas que minha avó amava e que ela sentiria muita falta anos mais tarde....
Uma das melhores amigas da minha avó estava nessa rodinha de unhas bem feitas e fofocas até altas horas. Era uma tabeliã, amava a companhia da minha avó e sempre estava em sua casa, afinal o cartório era uma rua de distância dali. Essa amiga da minha avó tinha uma filha que, inclusive, era a melhor amiga da minha tia - mesmo minha tia com apenas 12 anos na época, e a filha da amiga da minha avó com 20.
Sempre que havia festas na casa de minha avó, K (assim irei chamar a filha da tabeliã) estava presente. Minha tia, mesmo sendo uma criança, acabava bebendo, ouvindo histórias contadas por adultos e vivenciando aqueles momentos. A vida da minha tia era em torno daquelas pessoas, daquela atmosfera. Era um mundinho de compras, bebidas, viagens e um ambiente nada saudável para uma criança crescer, longe de pessoas de sua idade.
Nesse período, meus pais eram recém casados. Eles casaram cedo, aos 19 anos cada. Agora com 20, minha mãe trabalhava em uma escola como professora da Educação Infantil e meu pai em uma fábrica, afinal decidiu casar cedo e o meu avô não quisera bancar os estudos dele além do ensino médio. Minha mãe sempre que saia da escola, ia direto à casa de seus pais que ficava apenas algumas ruas de onde ela trabalhava. Meu pai trabalhava em uma fábrica que se localizava na divisa de Macaíba-Natal, mas sempre chegava primeiro que a minha mãe em casa. Antes de ir para casa, ele passava em minha avó. Às sextas era comum K e sua mãe estarem por lá.
K, 20 anos, solteira, melhor amiga de minha tia…
Não demorou muito e meu pai estava envolvido com essa mulher. Toda sexta ele ia direto para a casa da minha avó. Quase toda sexta ele saia mais cedo do trabalho - e ele levou advertências por isso! E o pior: a minha avó acobertava, ela sabia. Ela queria! Afinal, é mais vantajoso uma nora filha da tabeliã da cidade do que uma professora filha de costureira, não acham?
Pouco tempo depois a minha mãe descobriu. Foi a primeira grande decepção. Talvez um presságio que se ela tivesse prestado bem atenção, muita coisa teria sido evitada de lá para cá.
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